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21ª edição do Festival Aldeia do Velho Chico terá 16 dias de programação

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A 21ª edição do Festival Aldeia do Velho Chico será realizada entre os dias 8 e 24 de agosto, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O evento, realizado pelo Sesc, contará com aproximadamente 100 atividades e espera receber cerca de 10 mil pessoas durante a programação, que conta com opções gratuitas ou a preços populares.

A abertura do Festival será no Teatro Dona Amélia, às 14h, com a Mostra Pedagógica das Oficinas das Escolas Municipais, apresentação de produções dos alunos e alunas, seguida da concentração do Cortejo Abre Alas para o Velho Chico.

Os ingressos estão disponíveis para venda pelo site https://eventos.sescpe.com.br/eventos/ e 1h antes de cada atração na bilheteria do Teatro Dona Amélia.

Programação:

https://docs.google.com/document/d/1BjgGaJKs6y74Y_j-Ewo1Svq6uGC6OITEB56nO6R_ZyM/edit?tab=t.0

G1

Carla Zambelli diz ser ‘exilada política’ na Itália

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A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) declarou no sábado que se considera uma exilada política na Itália, após deixar o Brasil para evitar o cumprimento de sua condenação por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em vídeo publicado nas redes sociais, ela agradeceu ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por interceder junto às autoridades italianas, como a primeira-ministra Giorgia Meloni e o vice-premiê Matteo Salvini, pedindo que a acolhessem sob alegação de perseguição política. (Estadão)

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) afirmou neste sábado, 26, que vive como “exilada política” na Itália e agradeceu ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por ter pedido às autoridades do país europeu que a recebessem. Condenada por invadir o sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ela deixou o País antes que a sentença pudesse ser cumprida.

Condenada por invadir o sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça, ela deixou o País antes que a sentença pudesse ser cumprida. Os perfis oficiais da deputada, de sua mãe – Rita Zambelli -, e de seu filho foram retirados do ar após decisão judicial do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A nova conta já acumula mais de 11 mil seguidores e 40 publicações; a primeira postagem foi feita em 13 de junho.

Trump fecha acordo com a UE e confirma tarifaço para o Brasil

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Os Estados Unidos e a União Europeia anunciaram neste domingo um acordo comercial preliminar que impõe tarifa-base de 15% sobre a maioria dos produtos do bloco, em linha com o modelo já adotado por Donald Trump em negociações com Japão, Indonésia e Vietnã. O pacto foi fechado após reunião entre o presidente americano e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, na Escócia, e inclui compromissos da UE de comprar US$ 750 bilhões em energia dos EUA, investir mais US$ 600 bilhões no país e adquirir grandes volumes de equipamentos militares americanos. Trump comemorou o acerto como “o maior de todos os tempos”, enquanto a Europa vê o acordo como um mal menor diante da ameaça anterior de tarifas de até 30%. (Globo)

O Brasil, no entanto, segue fora dessa rodada de acordos. Também no domingo Trump garantiu que não vai adiar o início do tarifaço aos parceiros comerciais a partir de 1º de agosto, nesta sexta-feira. A informação já tinha sido dada pelo secretário de Comércio americano. Em entrevista à Fox News, Howard Lutnick disse que o presidente está disposto a negociar, mesmo depois do prazo. (UOL)

Faltando tão pouco para a entrada em vigor de tarifas americanas de até 50% sobre produtos brasileiros, o governo Lula ainda não conseguiu avançar nas negociações com Washington. Chanceler Mauro Vieira está em Nova York para um evento da ONU, mas não há sinais de que vá ser recebido pelo governo americano. Sem diálogo formal aberto, a equipe econômica prepara um plano emergencial para mitigar os impactos sobre setores mais vulneráveis, como frutas, pescados e pequenas empresas exportadoras. (Folha)

Segundo José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior (AEB), o Brasil tem pouco tempo e margem de manobra para evitar o impacto das medidas anunciadas por Trump. Para o especialista, os EUA não demonstram interesse em negociar no curto prazo, e o Brasil corre risco de prejuízos significativos. Castro também considera que o governo brasileiro acabou dando algumas declarações “que não ajudaram muito”. “O fato de essas operações terem se tornado pessoais fez com que o Brasil, neste momento, não tenha condições de propor um acordo que seja aceito por Trump”, avalia. (Globo)

Enquanto isso… Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou os governadores Tarcísio de Freitas (SP) e Ratinho Júnior (PR) por tratarem das negociações contra o tarifaço imposto pelos EUA sem mencionarem a anistia aos, segundo ele, “presos políticos” ou a carta de Trump que cita Jair Bolsonaro. Em um post no X, o deputado federal acusou Tarcísio de enganar a população e “jogar para a plateia”, ao falar da tarifa de 50% sem abordar a crise institucional. Também rebateu declaração de Ratinho Júnior, que afirmou que Bolsonaro “não é mais importante que a relação comercial” entre Brasil e EUA, e afirmou que ignorar o apoio de Trump ao ex-presidente só prolonga o problema. (UOL)

Copilados News do Meio

Tarifaço de Trump pode aumentar em 30% preço de insumos de saúde no Brasil

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A sanção econômica aplicada ao Brasil pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump, com a imposição de uma tarifa de 50% aos produtos brasileiros exportados, pode aumentar drasticamente o valor dos insumos de saúde no país. Caso o Brasil adote a Lei da Reciprocidade, é estimado que o valor dos insumos sofra uma alta de pelo menos 30%, já que o país importa quase US$ 2 bilhões de produtos para o setor de saúde dos Estados Unidos.

Atualmente, o Brasil importa US$ 9 bilhões em insumos de saúde por ano e destina esses produtos principalmente para a rede pública, como hospitais estaduais e Santas Casas, o que deve impactar fortemente no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo reportagem da CNN, uma busca de fornecedores alternativos poderia levar até dois anos, já que o processo de importação precisa de registros junto às autoridades sanitárias, processos de validação, certificação em laboratórios e treinamento de usuários.

Entenda o tarifaço
No dia 9 de julho, Trump anunciou a imposição de uma sobretaxa de 50% nos produtos brasileiros exportados para o país. A medida, segundo o chefe da Casa Branca, que também trava uma guerra comercial com o Brics, bloco econômico do qual o Brasil faz parte, é uma retaliação ao que ele considerada uma perseguição judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Conheci e tive contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei profundamente, assim como a maioria dos outros líderes mundiais. A maneira como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato — inclusive pelos Estados Unidos —, é uma desgraça internacional. Este julgamento não deveria estar acontecendo. Trata-se de uma caça às bruxas que deve acabar imediatamente”, afirmou Trump na carta endereçada ao Brasil.

O Brasil é um dos principais parceiros comerciais o qual se destaca pelas exportações de commodities a países considerados subdesenvolvidos como a China e até mesmo o país norte-americano que implica medidas econômicas reprovadas até mesmo para os seus patriotas. Mas ainda mais prejudicial pode ser a taxação para os exportadores baianos.

A Tarde

Israel anuncia abertura de corredores humanitários em Gaza

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O governo de Israel anunciou, neste sábado (26), a abertura de corredores humanitários para permitir a entrega de alimentos e medicamentos para a população que está na Faixa de Gaza. O anúncio foi feito em meio à pressão internacional para que Israel permita a entrada de mais ajuda, em uma tentativa de evitar a crescente crise de fome.Neste sábado, as Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram ter permitido a retomada dos lançamentos áereos de ajuda humanitária, foram arremessados paletes de farinha, açúcar e alimentos enlatados.Israel prometeu iniciar uma série de ações destinadas a melhorar a resposta humanitária na Faixa de Gaza, bem como declarou ter retomado o fornecimento de energia para uma usina de dessalinização em Gaza, que “iria abastecer cerca de 900.000 moradores”.

Quem recebe Bolsa Família agora precisa cumprir nova obrigação

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Beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais terão que fazer cadastro biométrico para manter ou receber os benefícios. A medida foi oficializada na última semana, com a assinatura de um decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A exigência faz parte de uma estratégia do governo federal para acelerar a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) e ampliar a segurança no acesso a políticas públicas. A regulamentação foi divulgada pela Agência Brasil e integra um conjunto de ações lideradas pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Quem será afetado?
Segundo a ministra Esther Dweck, do MGI, o uso da biometria será implementado de forma gradual:
– Quem vai solicitar o Bolsa Família ou outros benefícios a partir de agora já terá que cumprir a nova exigência.
– Quem já é beneficiário terá um prazo maior para se adequar.
– Estão isentos da obrigatoriedade pessoas com mais de 80 anos ou que tenham limitações de mobilidade.

A medida está prevista na Lei 15.077/2024 e busca reforçar a segurança na identificação civil, evitando fraudes e ampliando o controle do sistema de benefícios sociais.

A Tarde

Ciclone deve atingir Sul e Sudeste do Brasil com ventos de até 130 km/h

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Um ciclone extratropical deve atingir as regiões Sul e Sudeste do Brasil durante essa semana, provocando chuva e fortes ventos de até 130 km/h, segundo previsão do MetSul.

O fenômeno está se formando a partir de um centro de baixa pressão que atua desde domingo (27) no Rio Grande do Sul, trazendo chuva para todo o estado.

A baixa pressão deve avançar pelo Oceano Atlântico, começando a dar origem ao ciclone na manhã desta segunda-feira (28).

Na prática, o vento ganhará força ao longo do dia, atingindo regiões como o Sul gaúcho, o Leste catarinense, além de cortar o Leste do Paraná até o Leste de São Paulo, tendo rajadas mais intensas no litoral Sul de Santa Catarina.

Além disso, durante a segunda (25), a ventania chegará na capital paulista e na Grande SP, além da Serra do Mar e partes do Rio de Janeiro.Em comunicado emitido na noite do domingo, o MetSul também alertou para danos como destelhamentos, quedas de placas e possível queda de energia.

“Haverá ainda reflexos no serviço de energia no Paraná, mas em menor escala que no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em São Paulo, pela alta densidade populacional, e pelo vento atingir a Grande São Paulo, o número de clientes sem luz também poderá ser alto”, informou.

Tarifaço dos EUA: o que o mercado espera para 1° de agosto

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“Esperar para ver”: este é o sentimento que toma conta dos agentes do mercado financeiro a menos de uma semana o início das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos em produtos importados do Brasil, nesta sexta-feira (1º).

O clima de indefinição para os efeitos no país ocorre em paralelo aos anúncios de acordos entre Donald Trump e outros líderes globais. Neste domingo (27), foi a vez da União Europeia, que firmou acerto de 15% para a venda de itens ao mercado norte-americano.

Para o Brasil, contudo, os economistas e gestores esperam a aplicação efetiva dos 50%, mas esperam por uma negociação após choques econômicos para os dois países.

“Se impactar na economia real [americana], os assessores de Trump vão pedir para não continuar, porque o americano é racional. E esperamos que peçam acordos setoriais, com setor do café e com o da laranja, por exemplo”, afirma Stephan de Sabrit, managing partner do Grupo Leste.

Com mais de R$ 16 bilhões em gestão, Sabrit acompanha a situação com preocupação, sobretudo porque a maioria dos investidores atendidos por ele são brasileiros.

“É o famoso ‘esperar para ver’, porque Trump sempre volta atrás. A maioria dos nossos investimentos são de médio e longo prazo. E vejo que as coisas vão se acertar ainda no médio prazo”, diz o investidor.

Ao chegar no Brasil, Sabrit conta que se deu conta da dimensão do tarifaço, visto que nos EUA a situação brasileira é acompanhada como mais um país na lista de tarifas de Trump.

O clima de expectativa também inclui o empenho da via diplomática brasileira. Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, destaca a falta de interlocução entre Brasília e Washington após diversas tentativas dos brasileiros de trazer os americanos para a mesa de negociação.

“Esperamos que o Brasil negocie a questão dos minerais críticos e anuncie investimentos, adotando uma postura diplomática para postergar as tarifas. Acontece que os EUA não estão ouvindo”, afirma.

Há semanas, mercados do mundo inteiro operam de olho nas negociações de Trump. Esta antecipação das causas, dizem os analistas, já está embutida nos preços dos ativos, blindando a bolsa brasileira de grandes variações nos próximos dias.

O movimento antecipado dos investidores faz com que o Ibovespa encerre julho com queda de quase 4%, revertendo uma série de quatro meses seguidos de fechamentos mensais no azul.

“Não se espera grande volatilidade no Ibovespa, porque o mercado já precificou as tarifas e confia nas vias diplomáticas brasileiras”, diz Sung.

O que anima os investidores, por outro lado, é a perspectiva de firmar acordos comerciais com Trump.

Mas um dos obstáculos do Brasil ainda é o fator político, único diferencial de todos os outros países taxados, no qual Trump pede o fim de um processo judicial contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Sung espera que mais empresas recorram à Justiça americana para evitar o tarifaço contra o Brasil. Ele faz menção ao caso da Johanna Foods, importadora americana de suco de laranja, que acionou a Justiça na semana passada.

“Isso vai ser uma tendência a partir de agora. Mais empresas, de diferentes setores, vão buscar a Justiça”, afirma.

CNN

Salgueiro recebe o festival Pernambuco Meu País

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“Gente de todas as idades, hotéis lotados, restaurantes, o povo feliz podendo apreciar a nossa cultura”, foi o que constatou a governadora Raquel Lyra ao abrir, nesta sexta-feira (25), a segunda edição do Festival Pernambuco Meu País, em Salgueiro, no Sertão Central. Esta é a primeira parada da nova edição da itinerância cultural promovida pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult) e da Fundarpe.

“Muitas vezes, a população que está aqui não tem acesso à cultura. Então a gente reúne, por meio do Festival Pernambuco Meu País, gastronomia, música, artesanato, todo mundo junto, fazendo um evento lindo que começa hoje aqui em Salgueiro. É um prazer poder estar aqui e inaugurar esse festival que no ano passado foi um sucesso. Temos mais de 80% da grade contratada através de edital, pagando em dia, todo mundo podendo trabalhar num momento que normalmente seria de baixa na cultura e a gente poder permitir que essas pessoas possam viver da sua arte”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

Com mais de 15 polos distribuídos, Salgueiro recebe, até o domingo (27), shows de artistas como Pablo, Xande de Pilares, Adilson Ramos, Xanddy Harmonia, Limão com Mel, Mastruz com Leite e Anjo Azul, além de grupos de circo, dança, literatura, moda, cultura popular e teatro. A cidade de Triunfo, no Sertão do Pajeú, também integra a programação nesta primeira semana, com atrações dentro da tradicional Festa dos Estudantes.

Segundo a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, o festival representa a consolidação de uma política cultural descentralizada. “Isso reafirma o sucesso que foi a edição de 2024. Esse ano chegando em dez cidades, neste final de semana estamos aqui em Salgueiro, e em Triunfo junto à 67ª Festa dos Estudantes. Desde a quinta-feira, começou uma mobilização, a cultura aqui na cidade e a nossa cultura popular como a grande protagonista”, disse a secretária.

Além da agenda artística, o festival oferece uma série de ações formativas com o programa Forma PE, que promove oficinas, rodas de conversa e ações práticas voltadas à profissionalização de artistas e produtores culturais. Outro destaque é o espaço Rede PE, que reúne serviços públicos para o público do festival, com atendimento de órgãos como Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE), Funcultura, Detran, Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco (Sedepe), Secretaria da Mulher e Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca (SDA).

De acordo com Renata Borba, presidente da Fundarpe, o sucesso da iniciativa se deve à escuta ativa dos territórios. “É o Governo de Pernambuco descentralizando as políticas públicas do Estado, também na área de cultura. Estamos chegando em Salgueiro com dança, com moda, circo, literatura, com gastronomia e muita cultura popular. É para o pernambucano conhecer a nossa cultura”, afirmou a gestora.

Após Salgueiro e Triunfo, o festival seguirá para outras cinco regiões do Estado, passando por dez cidades, promovendo, até o início de setembro, uma maratona cultural inédita em alcance e diversidade. Um dos impactos mais notáveis do festival é no turismo. De acordo com o secretário de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba, a expectativa é das melhores.

“Já passamos de 90% de ocupação só aqui em Salgueiro. Isso mostra que nós estamos no caminho certo, trazendo um polo multicultural, mostrando ao povo um Pernambuco diferente, com músicas, com atrações nacionais, atrações locais, mostrando a nossa cultura, resultado da capacidade do Governo do Estado, de investimento turístico na cultura”, ressaltou o secretário.

O prefeito de Salgueiro, Fabinho Lisandro, reforçou os impactos positivos da primeira edição recebida pela cidade. “A descentralização do Pernambuco do Meu País une todos os sertões. Demonstra a importância do resgate cultural, mostrando a força que tem a cultura sertaneja. Os hotéis estão lotados, os restaurantes cheios, o comércio varejista está com muita gente”, disse o prefeito.

SEGURANÇA – Durante os dias de festa, Salgueiro conta com um esquema especial montado pela Secretaria de Defesa Social (SDS). São mais de 500 profissionais mobilizados para garantir a tranquilidade do evento, com tecnologia de ponta e atuação integrada das forças policiais.

O policiamento conta com viaturas quatro rodas, motocicletas, drones e plataformas elevadas, além de reforço no patrulhamento ostensivo, com rondas constantes e atuação estratégica nos principais pontos de circulação e no monitoramento aéreo. Equipes da Corregedoria da SDS também estão presentes. Além disso, o Corpo de Bombeiros Militar integra a operação atuando na prevenção.

Também participaram da abertura os deputados estaduais Débora Almeida e Joãozinho Tenório; os prefeitos Calby Carvalho Cruz (Belém de São Francisco), Pollyanna Abreu (Sertânia), Dr. Evaldo Carvalho (Mirandiba), Xicão Tavares (Verdejante), Teto Teixeira (Moreilândia), Júnior de Rivaldo (Saloá) e Duguinha (São Joaquim do Monte). Assim como os secretários estaduais Túlio Vilaça (Casa Civil), Guilherme Cavalcanti (Desenvolvimento Econômico) e Cícero Moraes (Desenvolvimento Agrário). Além dos presidentes Paulo Lira (Cehab), Francisco Amaral (Perpart) e Eduardo Loyo, da Empetur.

G1

INSS: 55% das vítimas de fraudes aderiram a acordo

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Mais de um milhão de brasileiros já aderiram ao acordo com o governo e podem começar a receber os reembolsos das fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O número (1.052.128 pessoas) equivale a mais da metade do total de 1,9 milhão de beneficiários aptos a assinar a adesão.

Os reembolsos começaram a ser feitos nesta quinta-feira (24). Segundo o INSS, a previsão é que 391 pagamentos sejam feitos já neste primeiro dia, totalizando o repasse de R$ 256 milhões. presencial em agendas dos Correios.

O prazo para adesão vai até 14 de novembro, com possibilidade de extensão se for necessário, segundo o governo.

O dinheiro vem da liberação de um crédito extraordinário de R$ 3,3 bilhões liberado via medida provisória.

O pagamento seguirá a ordem cronológica da adesão ao acordo, ou seja, aqueles que aderiram primeiro ao acordo vão receber primeiro. O dinheiro irá cair na conta em que os segurados já recebem o benefício regularmente.

A ideia do governo é acelerar os pagamentos e tentar viabilizar lotes ampliados a partir dos próximos dias. A quantidade de beneficiários que receberá ainda nesta quinta-feira ainda está sendo calculada.

Nos últimos meses, o governo trabalhou em medidas para evitar a judicialização dos casos, o que poderia sair ainda mais caro aos cofres públicos.

A comunicação foi alinhada para que as vítimas entendam que não é preciso entrar na justiça para receber os valores descontados ilegalmente por associações.