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Rua da Polônia, em Petrolina, será interditada nesta quarta-feira (5)

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A Rua da Polônia, localizada no bairro Areia Branca, em Petrolina, Sertão de Pernambuco será interditada nesta quarta-feira (05). Segundo a Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA), a obstrução da via ocorre porque a Compesa realizará um reparo em um poço de visita (PV) na rua. O serviço é necessário porque parte do asfalto cedeu, exigindo uma intervenção imediata para garantir a segurança de motoristas e pedestres.

Por conta da manutenção, a via será interditada no sentido Avenida Monsenhor Ângelo Sampaio/Avenida São Francisco. Já o sentido oposto (Avenida São Francisco/Monsenhor Ângelo Sampaio) continuará liberado ao tráfego.

Durante a interdição, o ponto de ônibus localizado no sentido bloqueado não será atendido. Os ônibus irão seguir pela Rua do Juazeiro e farão parada no ponto próximo à Clínica Popular de Petrolina, na esquina ao lado de uma farmácia.

A Autarquia reforça a importância de os condutores respeitarem a sinalização e as orientações dos agentes de trânsito. Assim que o reparo for concluído, a via será reaberta normalmente.

Super lua pode ser vista a olho nu nessa quarta 05

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A segunda superlua de 2025 será nesta quarta-feira (5) e poderá ser vista em todo o Brasil e no exterior. O fenômeno ocorre quando a lua cheia está a menos de 360 mil quilômetros da terra, parecendo maior e mais brilhante do que o normal. A superlua do Castor, a maior e mais brilhante deste ano, permanecerá visível por três dias consecutivos. As informações são da Agência Brasil.

O fenômeno poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil, desde que as condições meteorológicas sejam favoráveis. Ele poderá ser observado sem a necessidade de telescópios ou equipamentos especiais.

O fenômeno acontece quando a lua cheia coincide com o perigeu, ponto de sua órbita em que está mais próxima da terra. O resultado é um satélite cerca de 14% maior e até 30% mais brilhante do que o normal.

Embora o termo superlua não seja usado oficialmente por astrônomos, ele se popularizou por traduzir de forma simples esse efeito visual que chama a atenção a cada ocorrência.

Relatora do TSE vota por cassação de Cláudio Castro e inelegibilidade por oito anos

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O governador do Rio, Cláudio Castro, fala à imprensa com os secretários de Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes, de Polícia Civil, Felipe Curi, e de Segurança Pública, Victor dos Santos, após a morte de três pessoas baleadas na Avenida Brasil, próximo do Complexo de Israel, onde acontecia uma operação da Polícia Militar, na Zona Norte

A ministra Isabel Gallotti, relatora no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou pela cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e pela declaração de sua inelegibilidade por oito anos. A decisão também alcança o vice-governador Thiago Pampolha e o deputado estadual Rodrigo Bacellar. O julgamento, no entanto, foi interrompido após o ministro Antonio Carlos Ferreira pedir vista — ou seja, mais tempo para analisar o caso

Acusações e contexto do caso

As ações movidas pelo Ministério Público Eleitoral e pela coligação que apoiou Marcelo Freixo, adversário de Castro nas eleições de 2022, apontam abuso de poder político e econômico, irregularidades em gastos de campanha e condutas proibidas a agentes públicos. Segundo as investigações, haveria uso da Fundação Ceperj e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) para fins eleitorais.

Entre as acusações estão o desvirtuamento da atuação da Ceperj com finalidades eleitoreiras, a criação de programas sociais sem previsão orçamentária e a existência de uma “folha de pagamento secreta” com cerca de 18 mil pessoas contratadas sem concurso público. Esses fatores, segundo o MP Eleitoral, configurariam o uso da máquina pública em benefício político durante a campanha de reeleição de Castro.

O voto da relatora

Ao apresentar seu voto, a ministra Isabel Gallotti afirmou que as provas demonstram a gravidade das condutas praticadas. Segundo ela, os pagamentos em espécie a trabalhadores temporários e os saques frequentes em agências bancárias revelam a natureza irregular das contratações.

Gallotti considerou que houve abuso de poder político e econômico, além de infração às condutas vedadas a agentes públicos. Em seu voto, a ministra propôs:

  • Cassação do mandato e inelegibilidade por oito anos para Cláudio Castro e Rodrigo Bacellar
  • Cassação do diploma de Thiago Pampolha
  • Multa de 100 mil UFIR para Castro e Bacellar e multa mínima para Pampolha
  • Realização de novas eleições no estado do Rio de Janeiro

De acordo com Gallotti, “as condutas de Castro e Bacellar foram determinantes para a prática dos ilícitos identificados”, o que justificaria as penalidades propostas.

Defesa de Castro e Pampolha

Em nota oficial, a assessoria de Cláudio Castro destacou que o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) já havia absolvido o governador e seu vice no mesmo caso, e que não surgiram novos elementos que justifiquem a revisão da decisão.

“O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) já havia considerado improcedentes as acusações relativas às eleições de 2022, por ausência de provas. Além disso, não surgiu qualquer elemento novo que justifique a revisão das decisões já analisadas e confirmadas em duas instâncias”, afirmou a nota.

A defesa de Castro sustentou ainda que os fatos administrativos citados são alheios ao processo eleitoral e não teriam influência no resultado das urnas. Já os advogados de Thiago Pampolha defenderam a rejeição dos recursos, alegando fragilidade nas provas apresentadas.

Próximos passos no TSE

O julgamento no TSE ainda será retomado, com o voto dos outros seis ministros da Corte. Caso a maioria acompanhe a relatora, Cláudio Castro perderá o mandato e ficará inelegível por oito anos, o que também levará à convocação de novas eleições no estado.

Se a maioria decidir pela rejeição do pedido, o processo será arquivado. Até o momento, não há previsão para a retomada do julgamento.

(Agência Brasil)

Senai Petrolina oferece 3.500 vagas em sete cursos online gratuitos EAD

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 São sete cursos online no formato de educação a distância (EAD), que o Senai Petrolina está oferecendo gratuitamente com a oferta de 500 vagas por formação. Desvendando a indústria 4.0; Fundamentos de bancos de dados; conectando à indústria 4.0; Tecnologia da informação e empreendedorismo; Dispositivos elétricos de segurança de máquinas (NR 12); Protocolo de redes industriais e comunicação de dados e Integração de sistemas de energias renováveis.

Podem se inscrever, até o dia 24 deste mês, os candidatos com idade a partir de 16 anos, condição de baixa renda autodeclarada no ato da inscrição e ensino fundamental completo, além de disponibilidade e acesso a um computador com as especificações mínimas necessárias para acompanhar as aulas online.

As inscrições podem ser feitas através do link: https://senai-petrolina.github.io/cursos-online/

Também é possível tirar dúvidas através dos números (87) 3202-1379 ou 3202-1375.

Em defesa da soberania, governo Lula tenta barrar mudanças na Lei Antiterrorismo

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Pressionado pelo avanço da pauta da oposição na área de segurança pública, o Palácio do Planalto intensificou nesta segunda-feira (3) as articulações para adiar a votação do projeto que equipara facções criminosas a organizações terroristas. A análise está marcada para esta terça-feira (4) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

De acordo com o jornal O Globo, o governo federal tenta enfraquecer a proposta oposicionista para emplacar o projeto de lei antifacção, que cria um tipo penal específico para grupos criminosos. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), ligou pessoalmente para parlamentares na tentativa de barrar a sessão. Paralelamente, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atua para controlar a CPI do crime organizado, cuja instalação também está prevista para esta terça-feira, evitando desgaste político sobre o tema.

A inclusão da tipificação de “facção criminosa” no texto do governo, feita de última hora, busca neutralizar o projeto que classifica integrantes de grupos como Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas. O Planalto avalia que, somado à PEC da Segurança Pública, enviada em abril, o projeto antifacção já contempla as principais demandas da oposição, mas sem os efeitos colaterais da equiparação ao terrorismo.

Na prática, o governo teme que reconhecer a existência de “grupos terroristas” no país possa gerar consequências internacionais, abrindo espaço para intervenções externas e até sanções econômicas. Países que abrigam organizações terroristas, por exemplo, podem enfrentar restrições a bancos e empresas, além de aumento no custo de seguros e fuga de investimentos.

O Palácio do Planalto vê risco político e diplomático caso as facções sejam formalmente classificadas como terroristas. O reconhecimento oficial abriria precedente para ações estrangeiras em território brasileiro, como as conduzidas pelos Estados Unidos em países como Paquistão, Iêmen e Somália, sob o argumento da “extraterritorialidade”.

A proposta governista também prevê instrumentos ampliados de investigação, como o uso de agentes infiltrados, empresas fictícias e perdimento antecipado de bens, além de fortalecer a presença da União nas ações de segurança pública — ponto central da PEC da Segurança.

Já a oposição tenta apensar a iniciativa do governo ao Projeto de Lei que altera a Lei Antiterrorismo, o que unificaria as propostas sob a relatoria do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Governistas consideram a manobra um “absurdo” e prometem resistir.

Disputa política na CPI do crime organizado

Enquanto isso, a oposição tenta transformar a CPI do crime organizado em palanque político contra o governo Lula. No Senado, a comissão foi proposta pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e autorizada por Davi Alcolumbre (União-AP). A investigação, que ganhou força após a operação policial mais letal da história do Rio de Janeiro — com 121 mortos —, pretende apurar a atuação de facções e milícias.

A direita aposta na indicação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a presidência da CPI, ampliando a pressão sobre o Planalto. Já os senadores petistas trabalham para eleger Fabiano Contarato (PT-ES), delegado da Polícia Civil e visto como nome de consenso até entre opositores. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), deve integrar o colegiado para atuar nos embates com os bolsonaristas.

Com o impasse político e o risco de derrotas nas comissões, o Planalto aposta na estratégia de adiar votações e fortalecer o discurso de que a lei antifacção é mais eficaz e compatível com a defesa da soberania nacional do que a proposta da oposição

agencia Brasil

Trump pretende assumir controle de Gaza por dois anos com apoio internacional

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Uma proposta de resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, elaborada pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prevê a criação de uma força internacional responsável por administrar e garantir a segurança na Faixa de Gaza por um período inicial de dois anos.

De acordo com informações publicadas pelo site Axios e repercutidas pelo Times of Israel, o texto preliminar da resolução estabelece que essa “Força Internacional de Estabilização” teria amplos poderes para controlar as fronteiras de Gaza com Israel e Egito, proteger civis e zonas humanitárias, além de treinar e integrar novas forças policiais palestinas.

A minuta também prevê que as Forças de Segurança Israelenses (FSI) desempenhem “tarefas adicionais em apoio ao acordo de Gaza”, em coordenação entre o Egito e Israel. A proposta sugere ainda a criação de um “Conselho de Paz”, idealizado por Donald Trump, com status jurídico internacional e autonomia para coordenar o financiamento da reconstrução de Gaza, até que a Autoridade Palestina conclua um programa de reformas internas.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, entretanto, tem afirmado que a Autoridade Palestina não deve participar da administração do território, posição que diverge da defendida por aliados ocidentais de Israel.

Segundo uma fonte ouvida pelo Axios, Washington pretende submeter o texto ao Conselho de Segurança da ONU nas próximas semanas.

A proposta faz parte de um “plano de paz” mais amplo de 20 pontos elaborado por Trump. O projeto prevê que, à medida que as forças internacionais forem se instalando, Israel comece a retirar suas tropas de Gaza gradualmente, mantendo apenas uma presença mínima em áreas de segurança até que o território esteja “livre de qualquer ameaça terrorista ressurgente”.

Atualmente, Israel mantém o controle de cerca de 53% da Faixa de Gaza. A retirada completa dependeria do avanço do processo de desmilitarização e da cooperação entre as forças envolvidas.

Trump declarou recentemente que, caso o Hamas se recuse a entregar as armas, “nós os desarmaremos rapidamente, e talvez de forma violenta, mas eles serão desarmados”.

Enquanto isso, ministros das Relações Exteriores de seis países muçulmanos — Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Paquistão e Indonésia — reuniram-se em Istambul para discutir o futuro de Gaza. O chanceler turco, Hakan Fidan, afirmou que as nações “decidirão se enviarão tropas com base no mandato e na autoridade da força internacional”, ressaltando que “primeiro é necessário chegar a um consenso geral sobre o rascunho, que depois deve ser aprovado pelos membros do Conselho

O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, deverá se reunir com Donald Trump em 18 de novembro, na Casa Branca, para discutir o futuro e a reconstrução de Gaza. Fontes diplomáticas disseram ao Times of Israel que Washington pretende apresentar o projeto de resolução formalmente antes dessa visita.

agencia Reuters

Comando Vermelho tinha equipe de metalurgia para fabricar fuzis em SP

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Uma operação da Polícia Federal desarticulou, em 21 de agosto, uma sofisticada estrutura clandestina instalada em Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo, responsável por fabricar peças de fuzis automáticos sob disfarce de uma empresa de metalurgia e peças aeronáuticas. O esquema criminoso contava com maquinário industrial de ponta e envolvia quatro suspeitos de ligação direta com facções criminosas do Rio de Janeiro e de outros estados.

A investigação teve início após agentes federais observarem movimentações suspeitas de funcionários em horários noturnos e transporte de caixas pesadas para um imóvel na cidade vizinha de Americana. O local servia como ponto de montagem e armazenamento do arsenal. Durante a operação, a PF apreendeu 35 conjuntos de peças para fuzis do tipo AR-15, dois silenciadores e dezenas de caixas contendo componentes metálicos.

A estrutura contava com máquinas de Controle Numérico Computadorizado (CNC) e centros de usinagem de alta precisão, comumente usados na indústria aeroespacial. O equipamento era empregado para fabricar componentes essenciais de armamentos automáticos.

Segundo o inquérito, Anderson Custódio Gomes e Janderson Aparecido Ribeiro de Azevedo foram presos em flagrante no local. Anderson atuava como programador CNC, desenvolvendo os códigos de fabricação, enquanto Janderson era operador de máquinas, responsável por produzir e transportar as peças.

Wendel dos Santos Bastos cuidava da logística e da compra de insumos metálicos. Ele recebia R$ 69 mil mensais pelo arrendamento da estrutura industrial e pela coordenação de entregas e fornecedores. Até a última atualização processual, ele permanecia em liberdade.

O delegado Jeferson Dessotti Cavalcante Di Schiavi, da PF de Campinas, conduziu a operação com apoio do 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), responsável pelas prisões em flagrante.

As investigações revelaram que a quadrilha vendia armas e peças para intermediários no Rio de Janeiro, Bahia e Ceará. Cada fuzil era comercializado por valores entre R$ 8 mil e R$ 15 mil, movimentando somas expressivas de dinheiro que eram lavadas em contas de terceiros.

agencia Brasil

Senado vota nesta terça isenção do IR até R$ 5 mil

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O Senado Federal vota nesta terça-feira (4) o projeto que eleva para R$ 5 mil a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR). A proposta, relatada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), mantém integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, sem alterações de mérito, com o objetivo de acelerar sua entrada em vigor.

Atualmente, quem recebe até R$ 3.036 mensais está isento do pagamento do IR, considerando o desconto simplificado. Acima desse valor, as alíquotas aumentam de forma progressiva até o teto de 27,5%.

Com o novo texto, a faixa de isenção passa a R$ 5 mil por mês, e quem ganha até R$ 7.350 terá direito a um desconto parcial, reduzindo o imposto devido. As alíquotas continuam progressivas, variando conforme a renda.

Outra mudança relevante é a tributação sobre lucros e dividendos, que hoje são isentos. A proposta cria uma taxação progressiva de até 10% para quem recebe mais de R$ 600 mil por ano dessa fonte. Trabalhadores que vivem exclusivamente de salário permanecem submetidos à tabela regular do IR.

Alternativa para equilibrar as contas públicas

O projeto original do governo previa mecanismos para elevar a arrecadação e reduzir o déficit fiscal, mas esses trechos foram suprimidos pela Câmara, sob o argumento de que poderiam aumentar a carga tributária.

Renan Calheiros chegou a cogitar reincluir esses dispositivos em seu parecer, mas, para evitar atrasos na tramitação, articulou com o senador Eduardo Braga (MDB-AM) uma proposta complementar, também prevista para ser votada nesta terça-feira na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

A nova iniciativa deve gerar uma receita adicional estimada em R$ 6,68 bilhões até 2028, com foco em setores de maior lucratividade. Entre as medidas, estão:

  • Bancos e sociedades de crédito: aumento da alíquota da CSLL de 15% para 20%;
  • Fintechs, corretoras e distribuidoras: elevação da CSLL de 9% para 15%;
  • Apostas esportivas (bets): duplicação da contribuição sobre a receita bruta do jogo, de 12% para 24%, com metade destinada a estados e municípios.

Além disso, o projeto institui o Pert-Baixa Renda, um programa de regularização tributária voltado a contribuintes que receberam até R$ 7.350 mensais em 2024, com o objetivo de reduzir o superendividamento e ampliar a base de arrecadação.

Lula e Trump discutem tarifas e sinalizam avanço em acordo comercial entre Brasil e EUA

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (27) que teve uma “reunião muito boa” com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Kuala Lumpur, na Malásia, e voltou a elogiar o líder brasileiro.

O encontro, realizado no domingo (26), marcou o início formal das negociações comerciais entre os dois países para tentar resolver o impasse sobre as tarifas de 50% aplicadas pelos EUA a produtos brasileiros.

Trump chamou Lula de “muito vigoroso e impressionante” e aproveitou para parabenizá-lo pelo aniversário de 80 anos, celebrado nesta segunda. “Tivemos uma reunião muito boa, vamos ver o que acontece. Eles gostariam de fazer um acordo. E quero desejar feliz aniversário ao presidente, ele é um cara muito vigoroso e foi muito impressionante”, declarou Trump a jornalistas antes de embarcar para o Japão.

Logo após o encontro, as negociações técnicas começaram entre representantes dos dois governos.  Lula demonstrou otimismo com o diálogo e afirmou que “se depender dele e de Trump, vai ter acordo”. O presidente disse ter entregue uma lista com as reivindicações brasileiras e destacou acreditar que os dois países estão próximos de superar as divergências.

Durante a conversa, além das tarifas, os líderes trataram de temas como relações comerciais com a China, a crise na Venezuela e questões políticas regionais. Lula reiterou que o Brasil possui déficit comercial com os Estados Unidos, o que, segundo ele, não justificaria as taxas impostas em julho.

O ministro Mauro Vieira confirmou que Lula pediu formalmente a suspensão temporária das tarifas enquanto durarem as negociações. A reunião foi descrita pelo presidente brasileiro como “surpreendentemente boa”, e membros da comitiva afirmaram que Trump demonstrou empatia com a trajetória de Lula, incluindo o período em que ele esteve preso.

Segundo interlocutores, os dois chefes de Estado demonstraram disposição em restabelecer o diálogo político e econômico, abrindo caminho para uma possível reaproximação diplomática entre Brasil e Estados Unidos após anos de tensões comerciais.

Com desempenho histórico, APA Petrolina é a melhor equipe do Nordeste no Brasileiro Sub-16 de Atletismo

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A Associação Petrolinense de Atletismo (APA) conquistou um feito histórico no Campeonato Brasileiro Interclubes de Atletismo Sub-16, realizado neste final de semana na pista da Vila Olímpica Parayba, em João Pessoa-PB. Com 75,5 pontos, a equipe pernambucana alcançou a terceira colocação geral, a melhor posição de sua história no campeonato, e se consolidou como a melhor equipe do Nordeste na competição nacional.

Entre os destaques da APA estão Marlon Nascimento, campeão dos 5.000 metros na marcha atlética; João Gabriel, campeão do salto triplo; e Gabriel Lira, que conquistou a medalha de prata no hexatlo. Todos os medalhistas são da cidade de Trindade-PE. O desempenho do trio também ajudou a equipe a garantir a segunda posição no naipe masculino, com 59 pontos.

Para o presidente da APA Petrolina, Domingos Rodrigues, os resultados refletem o trabalho contínuo de base e o investimento no atletismo regional.

“Estamos muito orgulhosos do desempenho dos nossos atletas. Este é um feito histórico para a APA, que jamais havia ficado entre os três primeiros colocados na classificação geral de um campeonato nacional. É, sem dúvida, um grande resultado para o clube e um reconhecimento do esforço de toda a nossa equipe.”

De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o evento contou com a inscrição de 921 atletas (438 feminino e 483 masculino), representando 179 clubes de 23 Estados do Brasil mais o Distrito Federal. O título geral do campeonato ficou com a Associação Desportiva Centro Olímpico, de São Paulo, seguida pelo SESI-SP.