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Prefeito Simão Durando representa Petrolina na Cúpula Mundial de Prefeitos, no Rio de Janeiro

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O prefeito Simão Durando está no Rio de Janeiro para participar da Cúpula Mundial de Prefeitos, encontro que reúne lideranças nacionais e internacionais para discutir desafios e soluções para o desenvolvimento das cidades. Representando Petrolina, o gestor irá apresentar a experiência do município e destacar o impacto do tarifácio nas cidades exportadoras, além de defender maior participação dos municípios nos debates de políticas públicas nacionais.

Durante a agenda, Simão ressaltou a importância de dar voz às realidades locais. “Terei a oportunidade de falar sobre o impacto do tarifácio na exportação e os esforços que adotamos com a Frente Nacional dos Prefeitos para enfrentar essa crise. Também vou defender a necessidade de maior participação das cidades nos grandes debates políticos. Prefeitos e vereadores são quem estão no dia a dia da população e é fundamental que exista uma melhor distribuição do orçamento para melhorar a vida de quem mora nos municípios”, afirmou.

O prefeito destacou ainda que a presença de Petrolina no evento reforça o papel de liderança da cidade. “É um encontro muito importante e estou honrado de representar o nosso Estado e o nosso povo. É Petrolina falando para o mundo”, declarou.

Umbu pode ter amplo uso nutricional, cosmético e medicinal

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Pesquisa caracteriza polpa da fruta com análises avançadas e aponta usos que vão da saúde intestinal ao desenvolvimento de novos aromas

O umbu (Spondias tuberosa Arruda), fruta nativa do semiárido brasileiro e símbolo da Caatinga, acaba de ter sua polpa caracterizada de forma abrangente em estudo científico inédito que integra técnicas avançadas de análise química e sensorial. Os resultados revelam que o fruto reúne compostos bioativos de alto valor, além de um perfil aromático singular, o que abre espaço para sua utilização em alimentos funcionais, cosméticos, fragrâncias e até medicamentos. O estudo, realizado em colaboração entre a Embrapa e cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), consolidou o umbu, fruto típico da Caatinga, como uma promissora matéria-prima.

De acordo com a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Juliane Welke, o trabalho investigou, pela primeira vez, tanto os compostos fenólicos extraíveis por métodos tradicionais de avaliação, quanto aqueles até então negligenciados, chamados de não extraíveis.

Segundo a doutoranda Rafaela Silveira, essa fração não extraível, foi responsável por impressionantes 82% do conteúdo total de polifenóis da polpa de umbu e demonstrou alta capacidade antioxidante.

“Isso significa que o umbu pode ajudar a neutralizar radicais livres, associados ao envelhecimento celular e a doenças crônico-degenerativas, como cânceres e doenças cardiovasculares”, explica Silveira.

Foram identificados 19 compostos fenólicos e um ácido orgânico, com destaque para os flavonoides como miricetina, rutina, quercetina e kaempferol – moléculas já reconhecidas pela ciência por seus efeitos anti-inflamatórios, cardioprotetores e até pela atuação no combate ao estresse oxidativo.

Essas substâncias reforçam o potencial do fruto como ingrediente de produtos que vão além da alimentação, alcançando aplicações farmacêuticas.

No campo dos aromas, o estudo encontrou 26 terpenos, além de álcoois, ésteres, ácidos, aldeídos e cetonas. Compostos como citral, β-linalol, nerol e p-cimeno são os principais responsáveis pelo aroma exótico do umbu, que mistura notas cítricas, florais e doces.

O perfil aromático diferenciado justifica o interesse da indústria de alimentos e cosméticos em explorar a fruta como matéria-prima e coadjuvante para produtos inovadores.

Além do apelo sensorial e funcional, segundo Aline Biasoto, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, o estudo aponta que o aproveitamento integral do umbu pode contribuir para a economia circular e para a geração de renda no semiárido nordestino, região historicamente afetada pela escassez hídrica. Hoje, a fruta é comercializada principalmente na forma de polpa, utilizada na produção de geleias, compotas, sorvetes, sucos, licores e cervejas por cooperativas locais.

Potencial 

O umbuzeiro, capaz de armazenar água em suas raízes para sobreviver às secas prolongadas, é considerado um patrimônio cultural do semiárido. A coleta de seus frutos é tradicionalmente realizada por agricultores familiares, garantindo sustento a diversas comunidades no bioma Caatinga.

Saulo de Tarso Aidar, pesquisador da Embrapa Semiárido e coordenador do projeto “Uso e conservação da biodiversidade nativa da Caatinga ou adaptada ao bioma com potencial de uso frutífero e ornamental” (Finep nº 01.22.0614.00, referência 0230/19), acredita que com essa nova caracterização científica, o fruto ganha respaldo, podendo vir a conquistar novos mercados e ampliar o impacto socioeconômico da espécie.

Segundo os pesquisadores, estudos futuros devem aprofundar o papel dos compostos fenólicos do umbu na saúde intestinal e avaliar aplicações específicas do fruto em alimentos funcionais e suplementos. No campo dos aromas, a diversidade de terpenos identificados mostra o potencial da fruta em produtos cosméticos e alimentícios.

Ao revelar a riqueza bioquímica e aromática do umbu, o estudo reposiciona a fruta, até então subutilizada e com altas perdas pós-colheita, como matéria-prima estratégica para inovação industrial. A ciência, mais uma vez, mostra que o semiárido brasileiro pode ser fonte de soluções sustentáveis que unem saúde, sabor e tradição cultural.

Outras linhas de pesquisa com o umbuzeiro

Além dos trabalhos voltados à caracterização da polpa de umbu, outras frentes de pesquisa vêm sendo conduzidas com a espécie, com foco na viabilização do plantio comercial do umbuzeiro. Entre os avanços mais relevantes está o desenvolvimento e o registro, em 2019, das primeiras cultivares melhoradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). São quatro materiais lançados pela Embrapa: BRS 48, BRS 52, BRS 55 e BRS 68, todos com produtividade superior à média e adaptados às condições do bioma Caatinga.

Segundo o pesquisador Visêldo Ribeiro da Embrapa Semiárido (Petrolina, PE), que participou diretamente do desenvolvimento das cultivares, os novos materiais representam um passo importante na domesticação do umbuzeiro, reduzindo a dependência do extrativismo e ampliando as oportunidades de geração de renda para agricultores familiares.

Paralelamente, outra linha de pesquisa se dedica ao desenvolvimento de formulações e produtos que fortaleçam a cadeia produtiva do umbu, agregando valor ao fruto além do consumo in natura. Já bastante utilizado na produção de doces e geleias, o umbu também se tornou base para novos produtos, como um fermentado elaborado recentemente pela mesma equipe de pesquisadores, resultado de estudos que exploram o potencial sensorial e econômico da fruta na agroindústria.

Univasf concorre a emenda participativa para criar primeiro Centro de Oncologia Veterinária do NE

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A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está concorrendo a uma emenda participativa do deputado federal Túlio Gadelha, com o projeto que propõe a criação do Centro de Oncologia Veterinária da Univasf – o primeiro serviço público de diagnóstico e tratamento oncológico animal de Pernambuco e de todo o Nordeste.

O projeto foi habilitado na plataforma de emendas participativas, e agora depende do voto popular para se tornar realidade. A proposta tem como objetivo oferecer atendimento especializado e acessível a animais com câncer, além de fortalecer a pesquisa científica e a formação de novos profissionais veterinários.

De acordo com a equipe da Clínica Veterinária da Univasf, o centro será um marco para a região, ampliando as possibilidades de diagnóstico precoce, tratamento e acompanhamento dos pacientes oncológicos animais, além de contribuir com o avanço da medicina veterinária no interior do país.

Os interessados em apoiar o projeto podem votar acessando o link https://emendas.tuliogadelha.com.br/emendas/petrolina-centro-de-oncologia-veterinaria-da-univasf/. Para registrar o voto, é necessário preencher os dados solicitados (nome, e-mail, celular e CEP) e confirmar a escolha via WhatsApp.

Avenida Transnordestina será interditada a partir de sexta para construção de pontes

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Em mais um avanço no cronograma da duplicação da Avenida Transnordestina, a partir desta sexta-feira (7) a Prefeitura de Petrolina vai iniciar uma operação para montagem das estruturas das pontes 1 e 2, localizadas no trecho entre o Posto Cacheado e o bairro Pedra Linda. Essa etapa representa um marco importante para a obra, considerada a maior na área de mobilidade urbana executada pela gestão municipal.

A operação, prevista para acontecer até a próxima segunda-feira (10), consiste no içamento e encaixe de 15 vigas, divididas entre as duas pontes. Na primeira ponte, de maior extensão, serão instaladas sete vigas com 30 metros cada. Já na segunda, serão instaladas oito vigas com 20 metros de extensão. As atividades contarão com o apoio de dois guindastes de alta capacidade de içamento, um caminhão munck, uma escavadeira hidráulica, uma carreta extensiva e uma equipe composta por mais de 50 profissionais qualificados para a execução dos serviços.

Durante o período de trabalho, será necessária a interdição total da Avenida Transnordestina, no trecho entre os bairros Cacheado e Pedra Linda. Os trabalhos estão programados para ocorrer das 6h às 18h, diariamente, ao longo dos quatro dias de operação. A medida é indispensável para garantir a segurança de pedestres, motoristas e equipes técnicas envolvidas na ação.

A prefeitura reforça a orientação para que pessoas e veículos evitem circular pelo trecho interditado durante o período dos serviços, considerando o caráter técnico e de alto risco da atividade. No entanto, para quem reside nessa região ou depende dessa rota, o fluxo será liberado através da presença de uma equipe, que realizará o controle através do “pare e siga” nos intervalos. A colaboração da população é essencial para a segurança de todos e para o bom andamento das obras de melhoria da infraestrutura viária da cidade.

Reunião alinha ações para melhorar trânsito durante obras do Complexo Viário

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A Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes (AMTT) realizou segunda-feira (3) uma reunião de alinhamento com o objetivo de aprimorar o ordenamento do trânsito durante o período das obras do Complexo Viário de Juazeiro. O encontro contou com a presença de representantes da AMTT; da Polícia Militar da Bahia (PMBA); da Polícia Rodoviária Federal (PRF); da Secretaria de Segurança Cidadã; do Gabinete de Gestão de Políticas Públicas da prefeitura; da Guarda Civil Municipal (GCM); da Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA) de Petrolina (PE) e da empresa CLC.

A reunião reforçou a parceria entre os órgãos e instituições, alinhando medidas práticas para garantir mais segurança, agilidade e fluidez no trânsito, especialmente em situações de acidente na Ponte Presidente Dutra, principal elo entre Juazeiro e Petrolina. A via é de jurisdição do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e de competência da PRF para fiscalização e ordenamento, mas as demais instituições irão atuar em conjunto, oferecendo suporte no controle do tráfego.

Entre os pontos debatidos estão a disponibilização de um caminhão-guincho pela PRF para agilizar a retirada de veículos e liberar o trânsito; o apoio do Grupamento Motorizado da PMBA (Carcará); e a atuação da Motolância, serviço de motocicleta do Samu, para garantir mais rapidez nos atendimentos emergenciais.

“A gente observa que, quando não há problemas na ponte, o trânsito flui normalmente, às vezes com certa lentidão, mas de forma contínua. Essa reunião reforça o compromisso da Autarquia e mostra que estamos todos unidos em prol de um trânsito mais seguro e com maior mobilidade em Juazeiro e região“, destacou o diretor-presidente da AMTT, Mitonho Vargas. A AMTT também frisou que medidas simples por parte dos condutores podem contribuir significativamente para a fluidez do tráfego. “É comum presenciarmos veículos quebrados ou sem combustível. É importante lembrar que deixar faltar combustível na via é uma infração de trânsito“, alertou Marcos Passos, diretor operacional da AMTT.

Governo do Brasil anuncia plano para fundo climático de US$ 1 bilhão

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O Ministério da Fazenda, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Verde para o Clima (GCF), revelou nesta terça-feira, 4 de novembro, durante o COP30 Business and Finance Forum, em São Paulo, planos para um fundo catalítico de investimento em participações histórico, com lançamento previsto para 2026. As equipes do BNDES e do GCF estão trabalhando juntas na construção do fundo, incluindo um tamanho indicativo inicial de mais de US$ 400 milhões. O fundo proposto – o primeiro do tipo dedicado exclusivamente a um país – visa alavancar mais de US$ 1 bilhão de investidores comerciais e instituições financeiras de desenvolvimento, servindo como importante instrumento da Plataforma Brasil de Investimentos Climáticos e para a Transformação Ecológica (BIP), criada para mobilizar investimentos em larga escala na transição verde brasileira e secretariada pelo BNDES.

“A BIP é um novo instrumento que lançamos como parte do Plano de Transformação Ecológica”, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Ela foi concebida para conectar nossa estratégia de financiamento a uma nova geração de projetos capazes de impulsionar uma economia de baixo carbono e inclusiva. O Fundo de Capital Catalítico que anunciamos hoje, em parceria com o GCF e o BNDES, é um marco desse esforço, o primeiro de seu tipo no engajamento estratégico do Brasil com o GCF. Junto ao BNDES, nosso parceiro central no financiamento da transformação ecológica, estamos construindo os instrumentos e as parcerias necessários para ampliar os investimentos que transformam ambição em implementação”.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante ressaltou que a criação do fundo representa um avanço estratégico na transformação ecológica brasileira. “Ao estruturar mecanismos de capital catalítico com participação do setor privado, o BNDES reafirma seu papel como agente indutor de investimentos em setores-chave da nova economia. A BIP consolida-se como um instrumento de coordenação nacional para mobilização de recursos em escala, com foco em soluções climáticas que promovam desenvolvimento produtivo, inclusão social e sustentabilidade ambiental. Esta iniciativa também posiciona o Brasil como referência internacional na construção de modelos financeiros voltados à transição climática, com potencial de replicação em outras economias emergentes”.

O esforço é apoiado pelos principais parceiros públicos e privados, incluindo Bloomberg Philanthropies e Glasgow Financial Alliance for Net Zero (GFANZ). “Acelerar o progresso contra as mudanças climáticas exigirá uma enorme quantidade de novos investimentos, e o Brasil está provando que a colaboração público-privada pode desbloquear os recursos necessários para estimulá-la”, disse Michael R. Bloomberg, enviado especial do secretário-geral da ONU para Ambição e Soluções Climáticas e fundador da Bloomberg Philanthropies. “Este novo fundo ajudará a dar vida a mais projetos que reduzam as emissões, estimulem o crescimento econômico, melhorem a vida das pessoas no Brasil – e criem um modelo com o qual outros países possam aprender”.

Ao longo do seu primeiro ano de atuação, a BIP passou da ambição à ação, mobilizando parceiros dos setores público e privado em torno de uma visão comum para a transformação climática do Brasil. Com este novo fundo, o Brasil abriria novos caminhos no financiamento climático liderado pelo país – direcionando investimentos catalíticos para soluções inovadoras em setores prioritários ajudando a cumprir a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil, reduzindo as emissões entre 59% a 67% até 2035.

A estrutura de financiamento planejada, anunciada hoje, espera combinar recursos do GCF – cuja proposta preliminar de financiamento está em avaliação – e do BNDES, mobilizando capital adicional e resultando em um fundo de investimento em participações com total estimado em mais de US$ 1 bilhão. Esse modelo inovador de financiamento misto está sendo estruturado para usar capital concessional para reduzir o risco de investimentos e catalisar uma participação significativa do setor privado – uma abordagem essencial para mercados emergentes e economias em desenvolvimento (EMDEs).

“Como o tipo de financiamento disponibilizado pelo GCF é o mais escasso, dada a sua flexibilidade de compartilhamento de riscos e condições de financiamento, quando usado estrategicamente, ele pode impulsionar a transformação em larga escala”, explicou a diretora executiva do GCF, Mafalda Duarte. “Por meio de nossa parceria com a BIP e da compreensão das maiores barreiras estruturais ao investimento, pudemos identificar e concordar com as maneiras mais significativas de desbloquear a ambição. O Fundo de Capital Catalítico proposto está sendo estruturado para diminuir a discrepância entre o capital comercial disponível e as necessidades dos projetos alinhados à transição climática. Ele terá como base no histórico do GCF em investimentos globais em EMDEs, tanto para fins de mitigação quanto de adaptação”.

A estratégia brasileira de alavancar capital catalítico por meio da BIP oferece um modelo para EMDEs que buscam estabelecer plataformas nacionais eficazes, alinhadas às prioridades nacionais e articuladas com os setores público e privado. O fundo tem o potencial de fornecer um modelo escalável e replicável, combinando capital concessional e privado para preencher lacunas de financiamento e implantar capital público de forma estratégica, por meio de uma plataforma liderada pelo país, demonstrando o poder das parcerias público-privadas na mobilização de investimentos em escala alinhados ao clima.

Governo do Brasil já investiu R$ 860 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos em 2025

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O Brasil atingiu os menores níveis de insegurança alimentar da série histórica do IBGE e o país saiu do Mapa da Fome da ONU em 2025. Duas ações essenciais para esses resultados são o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Cisternas que celebram as marcas de R$ 860 milhões investidos no PAA, apenas em 2025, e a entrega de 100 mil tecnologias sociais de acesso à água desde 2023.

Aquela pessoa simples, que antes era invisível, produzindo abóbora, feijão, criando galinha, agora, o Governo do Brasil chega lá, sem intermediário. Com o PAA, compra esse alimento, o dinheiro circula ali e aquele alimento é distribuído ali mesmo”

Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Os anúncios foram feitos durante o 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), em Juazeiro (BA), onde foram firmadas novas parcerias com associações e cooperativas de agricultores familiares da região, no valor de R$ 325 mil. Os recursos garantem o escoamento da produção de agricultores familiares e o abastecimento de restaurantes populares, escolas, bancos de alimentos e cozinhas comunitárias, promovendo o direito humano à alimentação adequada e fortalecendo a economia rural.

“Aquela pessoa simples, que antes era invisível, produzindo abóbora, feijão, criando galinha, agora, o Governo do Brasil chega lá, sem intermediário. Com o Programa de Aquisição de Alimentos, compra esse alimento, o dinheiro circula ali e aquele alimento é distribuído ali mesmo”, destacou Wellington Dias.

CONTRATA+ BRASIL — O ato também marcou o lançamento da Plataforma Contrata+ Brasil, que passa a operacionalizar a modalidade Compra Institucional do PAA, simplificando o processo de contratação e ampliando o acesso dos produtores familiares às vendas diretas para órgãos públicos.

SOBRE O PAA — Coordenado pelo MDS, em parceria com a Conab, estados e municípios, o PAA é uma das principais ações do Plano Brasil Sem Fome, garantindo renda no campo e comida de verdade na mesa de quem mais precisa.

Criado em 2003, o programa compra diretamente de agricultores familiares, priorizando mulheres e comunidades tradicionais, e destina os produtos a famílias em situação de vulnerabilidade, fortalecendo os sistemas locais de produção e abastecimento alimentar.

CISTERNAS — Foi celebrado ainda o marco de 100 mil cisternas implementadas desde 2023. Até 2026, o Governo do Brasil prevê o total 220 mil tecnologias sociais de acesso à água entregues.

ADESÃO DE MUNICÍPIOS – O MDS também anunciou a adesão de 58 novos municípios ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), que agora conta com 1.983 municípios integrados. O sistema é a principal ferramenta de articulação federativa da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, unindo esforços entre União, estados e municípios para garantir o direito humano à alimentação adequada.

13º CBA — Realizado a cada dois anos, desde 2003, o Congresso Brasileiro de Agroecologia é construído por uma ampla frente de parceiros nacionais e internacionais, comprometidos com a construção dos territórios agroecológicos. O encontro reúne caravanas de diferentes regiões do país entre os dias 15 e 18 de outubro, na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro, sob o tema “Agroecologia, Convivência com os Territórios Brasileiros e Justiça Climática”. A cerimônia desta quinta-feira contou com as presenças dos ministros Wellington Dias, titular do MDS, Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República, além do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e do presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto.

Governo do Brasil lança campanha nacional de combate à dengue, zika e chikungunya

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Governo do Brasil lançou nesta segunda-feira (3/11) a campanha nacional “Não dê chance para dengue, zika e chikungunya”. O Ministério da Saúde vai investir mais R$ 183,5 milhões para ampliar o uso de novas tecnologias de controle vetorial no país e apresentou uma atualização do cenário epidemiológico. Mesmo com redução de 75% nos casos de dengue em 2025, em comparação com 2024, a pasta reforça que o combate ao Aedes aegypti deve continuar em todo o país.

Mesmo com essa melhora, não podemos baixar a guarda. A dengue continua sendo a principal endemia do país e o impacto das mudanças climáticas amplia o risco de transmissão em regiões onde antes o mosquito não existia”

Alexandre Padilha, ministro da Saúde

“Mesmo com essa melhora, não podemos baixar a guarda. A dengue continua sendo a principal endemia do país e o impacto das mudanças climáticas amplia o risco de transmissão em regiões onde antes o mosquito não existia”, lembrou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O Brasil registra atualmente 1,6 milhão de casos prováveis de dengue, uma redução de 75% em comparação com o mesmo período de 2024. A maior concentração de casos é observada em São Paulo, que concentra 55% das ocorrências, seguido de Minas Gerais (9,8%), Paraná (6,6%), Goiás (5,9%) e Rio Grande do Sul (5,2%). Em relação aos óbitos, que neste ano somam 1,6 mil, houve redução de 72% em comparação a 2024.

ALERTA – De acordo com o 3º Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado em 3.223 municípios entre agosto e outubro deste ano, 30% dos municípios estão em situação de alerta para dengue, chikungunya e Zika. Os estados que preveem maior incidência estão nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, especialmente em Mato Grosso do Sul, Ceará e Tocantins.

DIA D – De acordo com Padilha, o trabalho de prevenção precisa começar agora, antes do período de maior transmissão. Por isso, o Ministério da Saúde está mobilizando gestores e a população para o Dia D da Dengue, que será neste sábado, 8 de novembro, e divulgando o novo mapeamento entomológico, que identifica áreas de alerta e risco em mais de 3 mil municípios. Com o lema “Contra o mosquito, todos do mesmo lado”, a campanha mobiliza a população e os profissionais de saúde para eliminar criadouros e reforçar a responsabilidade coletiva.

 

Governo do Brasil abre prazo para renegociar dívidas de contratos do Fies

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Mais de 160 mil estudantes já podem renegociar suas dívidas junto ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para contratos firmados a partir de 2018. O prazo para realizar o acordo vai até 31 de dezembro de 2026, e todo o processo será realizado de forma digital pelo aplicativo Fies Caixa ou pelo site da Caixa.

O objetivo do Ministério da Educação (MEC) é facilitar a regularização das dívidas e oferecer melhores condições de pagamento para os estudantes. A medida deve beneficiar cerca de 160 mil pessoas com parcelas em atraso, que somam aproximadamente R$ 1,8 bilhão em saldo devedor.

RENEGOCIAÇÃO – Podem solicitar a renegociação os estudantes que têm contratos do Fies assinados a partir de 2018, em fase de amortização (já concluíram o curso e iniciaram o pagamento do financiamento) e que estão com pagamentos em atraso há mais de 90 dias, a partir de 31 de julho de 2025.

PARCELAMENTO – O novo modelo permite o parcelamento do saldo devedor em até 180 vezes (15 anos), com perdão de 100% dos juros e multas, o que reduz significativamente o valor total da dívida. A parcela mínima será de R$ 200, exceto nos casos em que o valor total seja inferior.

TERMO ADITIVO – A renegociação será formalizada por meio de um termo aditivo ao contrato original. O processo não inclui valores de coparticipação com as instituições de ensino superior (IES), seguros prestamistas nem tarifas bancárias. Dívidas dessa natureza devem ser negociadas diretamente com as IES, conforme a Resolução nº 64/2025, que regula a iniciativa.

FIES – O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é um programa do MEC, instituído pela Lei nº 10.260/2001. Seu objetivo é conceder financiamento a estudantes de cursos de graduação, em instituições de educação superior privadas aderentes ao programa e com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Desde 2018, o Fies possibilita juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamento que varia conforme a renda familiar do candidato.

Pode se inscrever o candidato que tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010 e tenha obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos, bem como nota superior a zero na redação. Também é necessário possuir renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos.

Cresce o número de participantes com mais de 60 anos de idade no Enem , em 2025

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Edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio tem mais de 17 mil participantes idosos. De 2022 a 2025, número de inscrições confirmadas por pessoas com 60 anos de idade ou mais aumentou 191%

A edição de 2025 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicada nos dias 9 e 16 de novembro, marca um avanço nos direitos educacionais de uma parcela de brasileiros: o total de inscritos confirmados com 60 anos de idade ou mais cresceu 191% em relação à edição de 2022. Nesse período, o número de participantes dessa faixa etária passou de 5.900 para 17.192. Os estados que registraram o maior número de pessoas idosas com inscrição confirmada foram Rio de Janeiro (3.087), São Paulo (2.367) e Minas Gerais (1.997).

Entre os candidatos, está a servidora pública Maria Aparecida Aguiar, de 63 anos. Para ela, participar do Enem é uma forma de continuar exercitando o raciocínio. “Eu gosto de manter a mente ativa”, contou. “É uma oportunidade de crescer, de me superar e de correr atrás do sonho de ser médica neurologista.”

Em Belém, Ananindeua e Marituba (PA), o Enem 2025 será aplicado nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro. Nessas cidades, o Cartão de Confirmação de Inscrição será disponibilizado posteriormente na Página do Participante. As novas datas foram definidas em razão da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém (PA) no período da aplicação regular do exame.

PREPARAÇÃO –

    •  Na reta final da preparação, os participantes poderão contar com o apoio do aplicativo

MEC Enem – o Simuladão do Enem

    , lançado pelo Ministério da Educação (MEC). A ferramenta disponibiliza simulados com questões alternativas por campo do conhecimento, correção automatizada de redação, materiais de reforço (vídeos e apostilas) e assistente virtual.

Além disso, o MEC também iniciou uma parceria com o YouTube para lançar uma série de videoaulas sobre redação voltadas ao Enem. O conteúdo publicado aborda desde a interpretação de textos até a construção da redação em si, enfatizando o domínio das competências avaliadas no Enem. A série foi publicada no dia 21 de outubro, no canal do MEC e do YouTube Edu.