Pessoas com deficiência que ingressarem no mercado de trabalho formal poderão continuar recebendo apoio financeiro do Governo Federal através do Auxílio-Inclusão. O benefício foi criado para atender cidadãos que deixam o Benefício de Prestação Continuada (BPC) após conquistarem emprego com carteira assinada.
O programa prevê o pagamento mensal equivalente a 50% do valor do BPC. Para 2026, a estimativa é de que o auxílio fique em torno de R$ 810,50, considerando a projeção do salário mínimo.
O benefício é destinado a pessoas com deficiência moderada ou grave que tenham recebido o BPC em algum momento dos últimos cinco anos. Além disso, é necessário possuir Cadastro Único atualizado, CPF regular e renda de trabalho limitada a até dois salários mínimos.
A legislação também prevê que, caso o trabalhador perca o emprego, poderá solicitar a retomada do pagamento integral do BPC. A medida busca incentivar a inclusão no mercado de trabalho sem comprometer a segurança financeira dos beneficiários.
O Auxílio-Inclusão foi instituído pela Lei nº 14.176/2021 e integra as políticas públicas voltadas à inclusão social e à autonomia das pessoas com deficiência no Brasil.
Fonte: Governo Federal / Planalto

