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TCE-PE suspende pagamentos por contrato de publicidade do governo estadual

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O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), Eduardo Porto, concedeu uma medida cautelar determinando que a Secretaria de Comunicação do governo suspenda quaisquer pagamentos decorrentes da licitação 1360.2024.0001, que visa à contratação de quatro agências de publicidade institucional. O valor do contrato é de R$ 120 milhões.

O pedido de medida cautelar foi feito por um advogado, sob a alegação de que a subcomissão técnica (responsável por avaliar as propostas) não apresentou as notas individualizadas de cada julgador – conforme determina a lei nº 12.232/2010. O conselheiro acatou o argumento do autor da denúncia.

A decisão trata apenas desta licitação, não afetando as demais publicidades e comunicações do governo estadual feitas de forma direta ou via outros contratos. Porto não determinou a suspensão do contrato, mas pediu a abertura de uma auditoria especial para analisar com profundidade se as irregularidades podem ser corrigidas. O trabalho terá 60 dias de duração. A decisão será levada para apreciação da Primeira Câmara do TCE-PE.

Líderes mundiais reagem a bombardeio dos EUA contra instalações nucleares do Irã; veja declarações

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O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou neste sábado (21) que os bombardeios realizados pelos Estados Unidos contra o Irã representam uma “escalada perigosa em uma região que já está no limite — e uma ameaça direta à paz e à segurança internacional”.

O alerta veio após o presidente norte-americano, Donald Trump, confirmar que autorizou ataques a três instalações nucleares iranianas, nas cidades de Natanz, Esfahan e Fordow. O Irã confirmou que foi alvo das ofensivas.

Presidente da Comissão Europeia pediu estabilidade e diplomacia. “A estabilidade deve ser a prioridade”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, após os bombardeios.

“O Irã jamais deve adquirir a bomba. Agora é o momento para o Irã buscar uma solução diplomática confiável. A mesa de negociações é o único lugar para pôr fim a esta crise”, completou.

A decisão de Trump de unir-se militarmente a Israel em sua campanha contra o Irã marca uma escalada significativa na crise. Os dois países estão envolvidos em confrontos aéreos há mais de uma semana, com relatos de mortes e feridos dos dois lados.

O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, afirmou que “uma resolução duradoura para esta questão requer uma solução negociada no âmbito do Tratado de Não Proliferação Nuclear”.

O premiê britânico, Keir Starmer, também reagiu: “O Irã jamais poderá desenvolver uma arma nuclear, e os EUA tomaram medidas para mitigar essa ameaça. A situação no Oriente Médio permanece volátil e a estabilidade na região é uma prioridade. Apelamos ao Irã para que retorne à mesa de negociações.”

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, elogiou o ataque e afirmou que a decisão de Trump “mudará a história”.

Na América Latina, o presidente colombiano Gustavo Petro se mostrou preocupado com a ofensiva dos EUA.

Durante um evento, Petro alertou que o bombardeio coloca em risco a paz global

O governo da Venezuela também se posicionou contra a ação. Em mensagem publicada no Telegram, o chanceler Yván Gil afirmou que “a Venezuela condena a agressão militar dos EUA contra o Irã e exige a cessação imediata das hostilidades”, segundo a Reuters.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou os ataques como uma “perigosa escalada do conflito no Oriente Médio”

Em publicação na rede social X, ele disse: “Condenamos energicamente o bombardeio dos EUA contra instalações nucleares do Irã. A agressão constitui uma grave violação da Carta da ONU e do direito internacional e mergulha a humanidade em uma crise de consequências irreversíveis”.

Já o Ministério das Relações Exteriores do México reforçou o apelo pela via diplomática. “A chancelaria faz um chamado urgente ao diálogo diplomático pela paz entre as partes envolvidas no conflito no Oriente Médio”, escreveu o órgão no X.

“Em consonância com os princípios constitucionais da política externa mexicana e com a vocação pacifista do país, reiteramos nosso apelo pela redução das tensões na região. A restauração da convivência pacífica entre os Estados da região é a maior prioridade.”

O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos expressou “profunda preocupação com a tensão em curso na região” e pediu o “fim imediato da escalada” para evitar “um novo nível de instabilidade”. Também apelou à ONU e ao Conselho de Segurança para que assumam suas responsabilidades na contenção da crise.

O governo do Catar lamentou a deterioração da situação e afirmou, em nota oficial: “A perigosa tensão atualmente vivenciada na região levará a repercussões catastróficas nos níveis regional e internacional.”

O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, afirmou que “Trump, que assumiu como um presidente pacificador, iniciou uma nova guerra pelos EUA”. Segundo ele, “com esse tipo de sucesso, Trump não ganhará o Prêmio Nobel da Paz”.

A Venezuela afirmou que “condena a agressão militar dos EUA contra o Irã e exige a cessação imediata das hostilidades”. Já o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou o ataque como uma “grave violação da Carta da ONU e do direito internacional” e alertou que ele “mergulha a humanidade em uma crise com consequências irreversíveis”.

 

Por Redação g1

 

Trump diz que EUA atacaram três instalações nucleares do Irã

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Trump diz que EUA atacaram três instalações nucleares do Irã

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou neste sábado (21) que os bombardeios realizados pelos Estados Unidos contra o Irã representam uma “escalada perigosa em uma região que já está no limite — e uma ameaça direta à paz e à segurança internacional”.

O alerta veio após o presidente norte-americano, Donald Trump, confirmar que autorizou ataques a três instalações nucleares iranianas, nas cidades de Natanz, Esfahan e Fordow. O Irã confirmou que foi alvo das ofensivas.

“Há um risco crescente de que este conflito saia rapidamente do controle — com consequências catastróficas para os civis, a região e o mundo”, declarou Guterres, em nota publicada pela ONU e repercutida pela agência Reuters.

 

“Apelo aos Estados-Membros para que reduzam a tensão e cumpram suas obrigações sob a Carta da ONU e outras normas do direito internacional. Neste momento perigoso, é fundamental evitar uma espiral de caos. Não há solução militar. O único caminho a seguir é a diplomacia. A única esperança é a paz.”

 

Presidente da Comissão Europeia pediu estabilidade e diplomacia. “A estabilidade deve ser a prioridade”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, após os bombardeios.

“O Irã jamais deve adquirir a bomba. Agora é o momento para o Irã buscar uma solução diplomática confiável. A mesa de negociações é o único lugar para pôr fim a esta crise”, completou.

A decisão de Trump de unir-se militarmente a Israel em sua campanha contra o Irã marca uma escalada significativa na crise. Os dois países estão envolvidos em confrontos aéreos há mais de uma semana, com relatos de mortes e feridos dos dois lados.

Líderes reagem à ofensiva dos EUA

 

Netanyahu parabeniza Trump por bombardeio ao Irã

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Netanyahu parabeniza Trump por bombardeio ao Irã

O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, afirmou que “uma resolução duradoura para esta questão requer uma solução negociada no âmbito do Tratado de Não Proliferação Nuclear”.

O premiê britânico, Keir Starmer, também reagiu: “O Irã jamais poderá desenvolver uma arma nuclear, e os EUA tomaram medidas para mitigar essa ameaça. A situação no Oriente Médio permanece volátil e a estabilidade na região é uma prioridade. Apelamos ao Irã para que retorne à mesa de negociações.”

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, elogiou o ataque e afirmou que a decisão de Trump “mudará a história”.

“A história registrará que o presidente Trump agiu para negar ao regime mais perigoso do mundo as armas mais perigosas do mundo”, declarou Netanyahu em um discurso neste sábado.

 

Na América Latina, o presidente colombiano Gustavo Petro se mostrou preocupado com a ofensiva dos EUA.

Durante um evento, Petro alertou que o bombardeio coloca em risco a paz global.

“Este ato incendeia o Oriente Médio […] e não afeta apenas o Oriente Médio, mas todos nós aqui na Colômbia. Também temos que pedir e exigir como seres humanos, cara a cara e sem abaixar a cabeça, exigimos a paz mundial”, afirmou o líder colombiano.

 

O governo da Venezuela também se posicionou contra a ação. Em mensagem publicada no Telegram, o chanceler Yván Gil afirmou que “a Venezuela condena a agressão militar dos EUA contra o Irã e exige a cessação imediata das hostilidades”, segundo a Reuters.

Segundo ele, “a República Bolivariana da Venezuela condena firme e categoricamente o bombardeio realizado pelas forças armadas dos Estados Unidos, a pedido do Estado de Israel, contra instalações nucleares na República Islâmica do Irã, incluindo os complexos de Fordow, Natanz e Isfahan”.

 

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou os ataques como uma “perigosa escalada do conflito no Oriente Médio”.

Em publicação na rede social X, ele disse: “Condenamos energicamente o bombardeio dos EUA contra instalações nucleares do Irã. A agressão constitui uma grave violação da Carta da ONU e do direito internacional e mergulha a humanidade em uma crise de consequências irreversíveis”.

Já o Ministério das Relações Exteriores do México reforçou o apelo pela via diplomática. “A chancelaria faz um chamado urgente ao diálogo diplomático pela paz entre as partes envolvidas no conflito no Oriente Médio”, escreveu o órgão no X.

“Em consonância com os princípios constitucionais da política externa mexicana e com a vocação pacifista do país, reiteramos nosso apelo pela redução das tensões na região. A restauração da convivência pacífica entre os Estados da região é a maior prioridade.”

O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos expressou “profunda preocupação com a tensão em curso na região” e pediu o “fim imediato da escalada” para evitar “um novo nível de instabilidade”. Também apelou à ONU e ao Conselho de Segurança para que assumam suas responsabilidades na contenção da crise.

O governo do Catar lamentou a deterioração da situação e afirmou, em nota oficial: “A perigosa tensão atualmente vivenciada na região levará a repercussões catastróficas nos níveis regional e internacional.”

O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, afirmou que “Trump, que assumiu como um presidente pacificador, iniciou uma nova guerra pelos EUA”. Segundo ele, “com esse tipo de sucesso, Trump não ganhará o Prêmio Nobel da Paz”.

A Venezuela afirmou que “condena a agressão militar dos EUA contra o Irã e exige a cessação imediata das hostilidades”. Já o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou o ataque como uma “grave violação da Carta da ONU e do direito internacional” e alertou que ele “mergulha a humanidade em uma crise com consequências irreversíveis”.

A Nova Zelândia também pediu contenção. “É fundamental evitar uma nova escalada. A diplomacia proporcionará uma resolução mais duradoura do que novas ações militares”, afirmou o chanceler Winston Peters.

O governo australiano declarou que “a situação de segurança na região é altamente volátil” e reiterou o apelo à “distensão, ao diálogo e à diplomacia”. O México também se manifestou: “O ministério apela urgentemente ao diálogo diplomático para a paz entre as partes envolvidas no conflito do Oriente Médio”.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, pediu no domingo que as partes retornem à mesa de negociações e cheguem a uma solução diplomática

O Ministério das Relações Exteriores da China condenou os ataques e disse, em comunicado, que a ação viola seriamente a Carta das Nações Unidas e agrava as tensões no Oriente Médio. A China pede às partes envolvidas no conflito, especialmente Israel, que cessem os ataques o mais rápido possível e iniciem o diálogo e as negociações.

Agência Reuters

 

Brasileira que caiu na trilha de um vulcão na Indonésia, sexta,20, ainda aguarda resgate

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A brasileira Juliana Marins, de 24 anos, que caiu durante uma trilha ao vulcão Rinjani, em Lombok, na Indonésia, é natural de Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Uma equipe de resgate conseguiu enviar suprimentos até a brasileira  no início da noite desta sexta-feira (20), pelo horário de Brasília. A informação foi confirmada pela irmã da jovem na manhã deste sábado (21).

A jovem é dançarina profissional de pole dance e costuma se apresentar artisticamente. Juliana compartilha os registros de suas performances nas redes sociais.

De acordo com sua irmã, Mariana Marins, Juliana está fazendo um mochilão na Ásia desde fevereiro e visitou países como Vietnã, Tailândia e Filipina . Juliana Marins caiu durante uma trilha no vulcão Rinjani, uma das atrações turísticas mais conhecidas da Indonésia. A queda ocorreu na madrugada de sábado (21), no horário local — ainda sexta-feira (20) no Brasil. Ela teria escorregado e caído cerca de 300 metros abaixo da trilha original.

De acordo com informações, a região onde a jovem se encontra é de difícil acesso, com bastante neblina e sereno, que deixam as pedras mais lisas e escorregadias, o que dificulta o resgate.

Petrolina segue fazendo história com o melhor São João do mundo: domingo promete noite inesquecível no Sertão

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O São João 2025 de Petrolina tem sido um verdadeiro espetáculo de emoções, e neste domingo (22), a cidade promete viver uma das noites mais marcantes desta edição. No coração do Sertão pernambucano, o Pátio Ana das Carrancas vai mais uma vez se transformar em um grande encontro de gerações, sotaques e ritmos.

Com uma programação de peso, Petrolina segue reforçando o título de mehor São João do mundo, reunindo, em um só palco, artistas que fazem parte da história e do presente da música brasileira.

Entre os grandes destaques da noite está Luan Santana, que chega com um repertório repleto de sucessos românticos e hits que vêm conquistando fãs por todo o país. O público pode esperar uma apresentação emocionante, daquelas que fazem cantar junto do início ao fim.

Quem também promete aquecer os corações dos forrozeiros é a dupla Bruno & Marrone, trazendo sua coleção de clássicos que atravessam décadas e continuam embalando histórias de amor pelo Brasil.

A energia contagiante de Mari Fernandez, um dos principais nomes do piseiro, vai colocar todo mundo para dançar. A cantora, que já conquistou o público jovem com seus refrões pegajosos e shows eletrizantes, é presença aguardada por milhares de fãs.

Outro momento especial da noite será o show da banda Calcinha Preta, um verdadeiro ícone do forró eletrônico. Com sucessos que marcaram gerações, o grupo promete fazer o público viajar no tempo, com músicas que estão na memória afetiva de muitos nordestinos.

E a festa não para por aí: o cantor Jonas Esticado e a dupla Bruno & Denner também sobem ao palco, levando mais ritmo, alegria e animação para completar a maratona de shows.

Com estrutura de ponta, segurança reforçada, transmissão ao vivo para todo o Brasil e o calor humano que só Petrolina sabe oferecer, o São João 2025 segue firme, emocionando, unindo pessoas e mostrando ao mundo por que aqui se vive o melhor São João do mundo.

João Gomes Faz História em Retorno Triunfal ao Melhor São João do Mundo em Petrolina

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O sábado,  21 de junho de 2025, ficará marcado para sempre na memória dos forrozeiros e dos amantes da cultura junina. O Pátio Ana das Carrancas foi palco de uma emoção indescritível com o retorno do filho pródigo, João Gomes, ao São João de Petrolina, a festa que mais uma vez comprova ser o  melhor do mundo.

Uma maré humana tomou conta do pátio, que se mostrou pequeno para a multidão que se aglomerava desde cedo, ansiosa por cada nota e cada verso do “Rei do Piseiro”. Fãs de todos os cantos do Brasil, com olhares vidrados e corações em festa, se uniram em um coro  para receber o ídolo que ali, naquele mesmo palco, viu seus primeiros sonhos se tornarem realidade.

Mas não foram apenas os milhares de fãs que vieram testemunhar esse momento épico. Uma legião de influenciadores digitais e criadores de conteúdo de alcance nacional desembarcou em Petrolina, atraídos pela fama inigualável do seu São João. Câmeras, celulares e olhares curiosos registraram cada detalhe, cada sorriso, cada lágrima de emoção. As redes sociais explodiram em lives, stories e posts, ecoando a energia contagiante da festa para milhões de seguidores em todo o país. A hashtag #SaoJoaoDePetrolina era um dos assuntos mais comentados, comprovando a grandiosidade e a ressonância global do evento.

A noite foi um verdadeiro espetáculo de talentos, que começou com a energia contagiante de Arthurzinho e Ávine Vinny, aquecendo os corações para o momento mais aguardado. Após a performance arrebatadora de João Gomes, a festa seguiu com a vibração inconfundível de Xand Avião, o ritmo eletrizante de Alok e o carisma avassalador de Gusttavo Lima, que mantiveram o público em transe até as primeiras horas da madrugada.

Com uma infraestrutura de ponta, que inclui câmeras de reconhecimento facial para garantir a segurança de todos, e uma programação que reúne os maiores nomes da música nacional, o São João de Petrolina reafirma seu reinado. E as celebrações não param por aqui! Neste sábado, 22 de junho, a partir das 18h, o Pátio Ana das Carrancas promete mais uma noite inesquecível com a volta de Arthurzinho, Ávine Vinny, a tão esperada segunda apresentação de João Gomes, Xand Avião, Alok e Gusttavo Lima.

Petrolina não celebra apenas uma festa junina; ela celebra a tradição, a emoção, a cultura e a alegria que a tornam, sem dúvida, o melhor São João do mundo

Trump anuncia ataque a usinas nucleares no Irã; tensão cresce no Oriente Médio

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (data hipotética), por meio de suas redes sociais, que o exército norte-americano realizou bombardeios contra três usinas nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Esfahan. Segundo o chefe de Estado, as forças militares dos EUA já deixaram o espaço aéreo iraniano após a operação.

De acordo com Trump, o principal alvo foi a usina de Fordow, uma das mais sensíveis do programa nuclear iraniano. Em sua publicação, o presidente parabenizou os militares envolvidos. “Parabéns aos nossos grandes guerreiros americanos. Não há outro exército no mundo que pudesse ter feito isso. Agora é a hora de paz!”, declarou, classificando a missão como um “grande sucesso”.

Reação do Iêmen e aumento das ameaças no Mar Vermelho

Horas antes do anúncio de Trump, as Forças Armadas do Iêmen haviam emitido um comunicado ameaçando atacar embarcações dos Estados Unidos no Mar Vermelho, caso o governo norte-americano decidisse intervir diretamente na guerra entre Israel e Irã.

O porta-voz militar iemenita, Yanya Saree, afirmou que o exército do país está em estado de prontidão para reagir a qualquer ação americana na região. “Se os americanos estiverem envolvidos com o inimigo israelense em um ataque contra o Irã, as Forças Armadas do Iêmen atacarão seus barcos e navios de guerra no Mar Vermelho. Estamos acompanhando e monitorando todas as movimentações hostis na região”, alertou Saree, por meio de uma rede social.

Movimentação de tropas e reforço militar dos EUA

Em meio ao aumento das tensões, a agência de notícias Reuters informou que os Estados Unidos enviaram bombardeiros B-2, com capacidade para destruir bunkers subterrâneos, para a Ilha de Guam, no Oceano Pacífico. Segundo fontes do governo americano ouvidas pela agência, a medida visa reforçar a presença militar na região e garantir prontidão para eventuais novos conflitos.

Contexto: a escalada do conflito

O ataque norte-americano ocorre em um cenário de escalada de tensão no Oriente Médio. No último dia 13, Israel lançou um ataque surpresa contra o Irã, alegando que o país estaria próximo de desenvolver uma arma nuclear.

O Irã, por sua vez, nega a intenção de construir armamentos nucleares e afirma que seu programa tem fins exclusivamente pacíficos. Teerã ressalta que estava em processo de negociação com os Estados Unidos para garantir o cumprimento do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), do qual é signatário.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) vinha apontando que o Irã não cumpria plenamente suas obrigações previstas no tratado, mas não apresentou provas concretas de que o país estaria fabricando armas nucleares. O governo iraniano acusa a agência de agir de forma politicamente motivada, sob influência de potências ocidentais como Estados Unidos, França e Reino Unido, que têm apoiado Israel no conflito.

Em março, o setor de Inteligência dos EUA declarou que não havia indícios de que o Irã estivesse desenvolvendo armas nucleares. Entretanto, essa posição passou a ser contestada pelo próprio presidente Trump, especialmente após o ataque israelense.

Israel, que historicamente se opõe a um programa nuclear iraniano, também é alvo de críticas por manter, segundo diferentes fontes internacionais, um arsenal nuclear não declarado desde a década de 1950, com estimativas de pelo menos 90 ogivas atômicas.

A crise segue em evolução, e a comunidade internacional acompanha com atenção os desdobramentos.

Agência Brasil

Balão pega fogo em Santa Catarina e oito pessoas morrem

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Um grave acidente envolvendo um balão tripulado foi registrado na manhã deste sábado (21), em Praia Grande, no extremo sul de Santa Catarina. A aeronave pegou fogo durante o voo e caiu logo em seguida.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, ao menos 2 pessoas estavam a bordo no momento da queda. Até a atualização mais recente, oito mortes foram confirmadas no local. As demais 13 vítimas seguem recebendo atendimento e avaliação pelas equipes de resgate.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram cenas impressionantes: o balão em chamas e o cesto com os ocupantes se desprendendo antes de atingir o solo.

Em nota oficial divulgada às 9h35, os Bombeiros informaram que a operação de resgate continua em andamento. “O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) está neste momento atendendo a uma ocorrência de queda de balão no município de Praia Grande, no sul do estado. A corporação confirma quatro óbitos no local e informa que as demais vítimas estão sendo atendidas, procuradas e avaliadas por nossas equipes”, diz o comunicado.

Uma manobra realizada pelo piloto do balão que caiu em Praia Grande, em Santa Catarina, evitou que mais pessoas morressem na manhã deste sábado (21).

Segundo o policial civil Tiago Luiz Lemos, o piloto conseguiu baixar o balão até que ele ficasse próximo do solo, possibilitando que 13 pessoas conseguissem pular do cesto com vida.

“Segundo relatos do piloto, que é um dos sobreviventes, acabou iniciando uma chama no interior do cesto. Então ele começou a baixar o balão, quando o balão estava bem próximo ao solo, ele ordenou para que as pessoas pulassem do cesto, mas algumas não conseguiram pular”, disse em coletiva de imprensa.

Para a polícia, o piloto explicou que o incêndio pode ter começado por um maçarico que estava dentro do cesto.

“Ele serve para iniciar a chama no balão. Ou seja, caso apague a chama. Esse maçarico estava dentro do cesto, mas ele não soube precisar se ficou aceso, se ele acabou tendo uma chama espontânea. Mas que foi desse equipamento que estava dentro do cesto que ele acabou pegando fogo e pegando fogo no cesto”, apontou Tiago.

A causa ainda será investigada.

Os mortos foram identificados como:

  • Andrei Gabriel de Melo, 34 anos, oftalmologista de Fraiburgo (SC)
  • Everaldo da Rocha
  • Fabio Luiz Izycki, 42 anos, natural de Barão de Cotegipe (RS), atuava como escriturário de banco, com passagem pelo Banco do Brasil
  • Janaina Moreira Soares da Rocha, natural de Joinville (SC)
  • Juliane Jacinta Sawicki, do Rio Grande do Sul
  • Leandro Luzzi, de Encatado (RS)
  • Leane Elizabeth Herrmann, de Concórdia (SC)
  • Leise Herrmann Parizotto, médica, filha de Leane, morava em Blumenau (SC)