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São João 2025 injeta mais de R$ 1 bilhão na economia de Pernambuco

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O São João 2025 entrou para a história como o maior já realizado em Pernambuco. De acordo com dados do Observatório do Turismo de Pernambuco, a festa atraiu 1.636.257 visitantes, um crescimento de 15,88% em relação ao ano passado. A movimentação econômica também impressionou: a receita turística bruta chegou a R$ 1.199.226.228,80, um aumento de 25,8% sobre 2024.

A festa alcançou ocupação hoteleira de 100% em 15 destinos, entre eles Petrolina, Caruaru, Gravatá e Arcoverde. O gasto médio diário dos visitantes também subiu, ultrapassando R$ 725. Mais de 95% dos turistas afirmaram que voltariam em outras edições e recomendariam o São João pernambucano.

Para o secretário de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba, os números reforçam o impacto positivo da festa em todo o estado. “O São João de 2025 mostrou, com números e emoção, o poder transformador do turismo em Pernambuco. Vivemos uma temporada histórica, com ocupação hoteleira no limite, circulação intensa de visitantes e economia local fortemente impulsionada”, avaliou. Ele também afirmou que o São João cresceu em participação popular, movimentação econômica e projeção nacional, fortalecendo a cultura e gerando emprego e renda para milhares de pernambucanos.

Além dos números, segundo um levantamento feito pela Secretaria de Turismo e Lazer e pela Empetur, a festa também se destacou no ambiente digital, com aumento nas buscas no Google Trends, especialmente no dia 22 de junho. Mais de 95% dos visitantes disseram que voltariam ao São João em edições futuras.

“O São João de 2025 mostrou, com números e emoção, o poder transformador do turismo em Pernambuco. Vivemos uma temporada histórica, em que a ocupação hoteleira chegou ao limite, a circulação de visitantes se espalhou por todas as regiões e a economia local foi fortemente impulsionada. Esse resultado é reflexo direto do trabalho sério e comprometido do Governo Raquel Lyra, que tem feito do turismo uma prioridade estratégica para o desenvolvimento do estado”, comentou Eduardo Loyo, presidente da Empetur.

AGU apresenta ao STF plano para ressarcimento de beneficiários do INSS

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A AGU (Advocacia-Geral da União) apresentou ao STF (Supremo Tribunal Federal), nesta quarta-feira (2), um plano operacional para ressarcimento de beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). No documento, órgão reforça pedido para abertura de crédito extraordinário.

O documento é assinado conjuntamente por representantes do INSS, MPF (Ministério Público Federal), Defensoria Pública Federal e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Além do ressarcimento, o plano prevê um portal de transparência e medidas ante fraudes.

No plano, o INSS se compromete a devolver todos os valores descontados de forma irregular a aposentados e pensionistas, corrigidos pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), desde o mês de referência de cada desconto até a data do pagamento efetivo.

Para ter validade, o documento ainda precisará ser homologado pelo STF. O ministro Dias Toffoli é o relator da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) 1236, que trata sobre o ressarcimento dos beneficiários.

O acordo prevê que os aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos entre março de 2020 e março de 2025 serão ressarcidos administrativamente. Para isso, deverão aderir ao pacto.

Procedimento de contestação e devolução

O primeiro passo para conseguir o ressarcimento será do beneficiário lesado acionar um dos canais de atendimento: App Meu INSS, Central 135 ou agência dos Correios.

Poderão fazer as solicitações os beneficiários com danos causados no prazo de até cinco anos, entre março de 2020 e março de 2025.

O sistema vai gerar uma cobrança à entidade associativa quando houver a contestação pelo aposentado ou pensionista. Depois, a entidade terá 15 dias úteis para comprovar a autorização de desconto ou devolver o valor à União. Quando fizer o pagamento, a autarquia vai colocar o valor na fila para depósito do beneficiário.

Caso a entidade não fizer o reembolso ou não comprovar a regularidade do desconto, o INSS vai devolver os valores aos beneficiários.

Segundo o documento encaminhado ao Supremo, a AGU reiterou o pedido para a concessão de medida cautelar para reconhecer a presença dos requisitos constitucionais que autorizam a abertura de crédito extraordinário por medida provisória, dada a urgência e a imprevisibilidade do cenário que se revelou a partir das investigações policiais da operação “Sem Desconto”.

A União ainda solicita que os valores do crédito extraordinário não sejam considerados na hora de verificar se o governo está cumprindo a meta de resultado primário em 2025 e 2026.

Segundo a AGU, a concessão das medidas cautelares é indispensável para cumprir o cronograma de ressarcimento administrativo, cujo primeiro lote de pagamento, em caso de homologação do acordo, já poderá ser feito a partir de 24 de julho. Os demais lotes ainda serão divulgados pelo governo federal.

Novas regras da Tarifa Social de Energia beneficiam mais de 1,2 milhão de famílias em Pernambuco

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A partir de 5 de julho de 2025, entram em vigor as novas regras da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), conforme a Medida Provisória Nº 1.300/2025, beneficiando mais de 1,2 milhão de famílias pernambucanas de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Essas famílias terão gratuidade no consumo de até 80 quilowatts-hora (kWh) por mês, ou seja, esse consumo não será cobrado na conta de energia. Antes da mudança, uma família que consumisse 80 kWh pagava, em média, R$ 29,21 pela energia, mas com a nova regra o consumo até esse limite passa a ser gratuito, e o cliente pagará apenas pela energia que ultrapassar os 80 kWh. Por exemplo, uma família que consome 100 kWh por mês pagará pela energia dos 20 kWh adicionais.

Apesar da isenção para essa faixa de consumo, o consumidor deve ficar atento a outras cobranças que podem aparecer na fatura, como a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), definida pelas prefeituras, que pode ser cobrada mesmo para consumidores beneficiados pela TSEE. Na área de concessão da Neoenergia Pernambuco, o valor médio da conta dos consumidores beneficiados deve cair de R$ 58,79 para cerca de R$ 41,43, considerando apenas a tarifa de energia, sem contar impostos e contribuições. A antiga regra aplicava descontos escalonados de até 65% para quem consumia até 220 kWh mensais.

A conta de energia elétrica é formada pela tarifa regulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), impostos federais e estaduais, e pela Contribuição de Iluminação Pública, que é definida pelos municípios. A gratuidade prevista pela nova medida não cobre automaticamente esses impostos e contribuições, que podem continuar sendo cobrados mesmo para consumos de até 80 kWh.

Se a conta de energia não estiver no nome da pessoa que tem direito à Tarifa Social, ainda é possível solicitar a inclusão do benefício junto à Neoenergia. Para isso, o consumidor deve informar seus dados pessoais e do imóvel, apresentando CPF e documento de identidade oficial com foto. Para indígenas que não possuem esses documentos, será aceito o Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI). Ser o titular da conta facilita o acesso automático ao benefício e o recebimento de informações importantes.

Têm direito à Tarifa Social de Energia Elétrica as famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único, com renda familiar mensal por pessoa igual ou inferior a meio salário mínimo nacional, independentemente de receber Bolsa Família; as famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único com renda familiar mensal de até três salários mínimos que tenham algum membro com doença ou condição que exija o uso contínuo de aparelhos elétricos vitais; e as famílias com idosos ou pessoas com deficiência que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC), conforme a Lei LOAS, com benefício ativo.

Brasil: aumento no imposto de importação para carros elétricos e híbridos

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O governo federal retoma plano de cobrança de impostos sobre veículos eletrificados importados. Já está valendo a decisão de que os carros elétricos, híbridos e híbridos plug-in passam a pagar alíquotas maiores de importação, conforme um cronograma iniciado em 2024. A medida segue relatório da Câmara de Comércio Exterior (Camex), aprovado no ano passado.

A ideia, segundo o governo, é incentivar a indústria nacional a produzir veículos mais sustentáveis, como elétricos e híbridos, ao mesmo tempo em que reduz a dependência de importações.

As novas alíquotas de importação são diferentes para cada tipo de veículo:

Carros híbridos (combinação de motor a combustão com elétrico):

15% desde janeiro de 2024

25% a partir de julho de 2024

30% em julho de 2025

35% em julho de 2026

Híbridos plug-in (que podem ser carregados na tomada):

12% desde janeiro de 2024

20% a partir de julho de 2024

28% em julho de 2025

35% em julho de 2026

Carros 100% elétricos:

10% desde janeiro de 2024]

18% a partir de julho de 2024

25% em julho de 2025

35% em julho de 2026

Mesmo com o aumento do imposto, as montadoras ainda podem importar veículos sem pagar essas taxas dentro de cotas anuais com isenção, que valem até junho de 2026. Ou seja, há um limite de veículos que podem ser trazidos do exterior sem tributação — o que busca equilibrar a competitividade entre carros importados e os produzidos no Brasil.

A Anfavea, associação das montadoras, tem pressionado o governo para antecipar os aumentos de imposto, argumentando que as isenções prolongadas acabam desestimulando a produção nacional e favorecendo a entrada de veículos estrangeiros.

Na prática, o aumento dos impostos pode influenciar nos preços dos carros eletrificados importados ao longo dos próximos meses. O impacto pode variar conforme a marca, modelo e volume de importação dentro ou fora da cota isenta.

Hospital Municipal de Petrolina inicia cirurgias de vasectomia

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Referência em atendimentos especializados, o Hospital Municipal Dr. Alírio Brandão iniciou a oferta de cirurgias de vasectomia. O novo procedimento foi implantado com o objetivo de atender à demanda reprimida em Petrolina, anteriormente encaminhada à UPAE.

Nesta primeira etapa, os procedimentos acontecerão uma vez por mês, com pacientes previamente agendados e acompanhados pela secretaria. Para o prefeito Simão Durando, a implantação da cirurgia de vasectomia representa mais um passo na missão de cuidar das pessoas e garantir acesso à saúde com dignidade.

Com quase um ano de funcionamento, o hospital municipal já superou a marca de 60 mil atendimentos (entre consultas, exames e cirurgias), além de se destacar pela atuação multiprofissional em 10 especialidades médicas. A unidade conta ainda com fisioterapia, atendimento com cirurgião bucomaxilofacial e suporte de psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais.

Prefeitura regulamenta funcionamento do Centro de Comando e Controle

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A Prefeitura de Petrolina publicou a portaria nº 006/2025, que regulamenta oficialmente o funcionamento do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), vinculado à Secretaria Municipal de Segurança Pública. A medida reforça o uso responsável da tecnologia no monitoramento urbano e estabelece diretrizes para a proteção da privacidade e o uso seguro das informações captadas.

Entre os critérios definidos, está o acesso aos registros audiovisuais por autoridades do sistema de justiça, como defensores públicos, advogados, membros do Ministério Público, Judiciário e demais partes legitimadas. A portaria também disciplina a guarda das imagens, o uso de provas digitais e a possibilidade de firmar parcerias com instituições públicas e privadas.

Inaugurado em abril deste ano, o CICC é responsável pela fiscalização de vias e espaços públicos por meio de videomonitoramento com tecnologia de ponta. O sistema conta com inteligência artificial, reconhecimento facial e leitura de placas, e é integrado a bancos de dados de instituições como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e as secretarias de segurança pública de Pernambuco e da Bahia.

A portaria completa pode ser acessada no Diário Oficial Eletrônico da prefeitura. Para mais informações, a população pode utilizar a plataforma Petro Online.

Raquel Lyra anuncia mudanças em sua equipe de governo

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A governadora de Pernambuco Raquel Lyra anunciou, nesta segunda-feira (30), mudanças no seu secretariado. A pasta de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha (Semas) terá como titular Daniel Coelho. Já André Teixeira Filho assumirá a Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi). As nomeações serão publicadas na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (1°). Os antigos titulares das pastas seguem em novas funções na equipe da gestora.

A Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe) será comandada por Ana Luiza Ferreira. Já a Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem) terá Diogo Bezerra como titular. O Instituto de Atenção à Saúde e Bem-estar dos Servidores do Estado de Pernambuco (Iassepe) terá como presidente Wagner Gonçalves Lyra, e Douglas Rodrigues assumirá como secretário-executivo de atenção à Saúde.

“O Governo de Pernambuco tem realizado entregas nas mais diversas áreas, como resultado do trabalho incansável de um time dedicado e preparado para superar os desafios do nosso Estado. Agradeço o empenho dos nossos secretários e presidentes de órgãos que têm chegado na ponta e mudado a vida do pernambucano e da pernambucana para melhor“, destacou Raquel Lyra.

Plano Safra 25/26 terá R$ 516,2 bi à agricultura empresarial, alta anual de 1,5%

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O Plano Safra 2025/26 terá R$ 516,2 bilhões destinados a financiamentos da agricultura empresarial brasileira, alta de 1,5% ante o ciclo anterior, informou o Ministério da Agricultura em nota, antes da cerimônia para anúncio do programa nesta terça-feira.

No plano anterior, considerando recursos de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), para emissões de Cédulas do Produto Rural (CPR), o total havia somado R$ 508,59 bilhões. A nota do ministério não trouxe informações sobre os juros do programa.

O ministério observou que a partir de agora o crédito rural de custeio agrícola passa a exigir a observância das recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) — a exigência anteriormente era restrita a operações de até R$ 200 mil contratadas por agricultores familiares com enquadramento obrigatório no Proagro.

“O objetivo é evitar a liberação de crédito fora dos períodos indicados ou em áreas com restrições, contribuindo para maior segurança e sustentabilidade na produção”, afirmou o ministério.

A pasta disse ainda que será permitido o financiamento de insumos e tratos culturais voltados ao cultivo de plantas utilizadas para cobertura e proteção do solo no período de entressafra, incentivando práticas agrícolas sustentáveis.

O ministério destacou que o programa de armazenagem (PCA) também foi ampliado, com o limite de capacidade por projeto passando de 6 mil para 12 mil toneladas, “o que contribui para melhorar a infraestrutura de estocagem e escoamento da produção rural”.

O governo ainda ampliou o limite de renda para enquadramento no Pronamp, programa de financiamentos que atende médios produtores, e que passou de R$3 milhões para R$ 3,5 milhões por ano, permitindo que mais agricultores tenham acesso às condições diferenciadas oferecidas pelo programa.

Fonte Reuters

 

CNU 2025: Enem dos concursos abre inscrições nesta quarta-feira

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Começam nesta quarta-feira (2/07) as inscrições para a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), de acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Os interessados podem se inscrever até o dia 20 deste mês, por meio da página oficial do governo. A taxa de inscrição é única, no valor de R$ 70.

Conhecido como o “Enem dos Concursos”, o CNU oferece um total de 3.642 vagas para 32 órgãos federais, sendo 2.480 para provimento imediato e 1.172 para cadastro reserva. As provas objetivas estão marcadas para o dia 5 de outubro, das 13h às 18h, em 228 municípios distribuídos por todo o país.

Os candidatos habilitados participarão ainda de uma prova discursiva, agendada para 7 de dezembro. A divulgação da primeira lista de classificados está prevista para 30 de janeiro de 2026. A organização do certame está sob responsabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca examinadora do processo.

Os cargos estão organizados em nove blocos temáticos, que agrupam funções de áreas semelhantes. Esse modelo, já utilizado na edição anterior do concurso, permite ao candidato disputar diferentes cargos dentro do mesmo bloco, com apenas uma inscrição.

Durante o preenchimento da inscrição, o participante poderá indicar sua ordem de preferência entre os cargos, levando em consideração sua formação, experiência e interesses profissionais. Os salários variam entre R$ 4 mil e R$ 17 mil, conforme o cargo escolhido.

43º Exame da OAB gera polêmica e candidatos pedem anulação de peça processual

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ficou na berlinda, após a polêmica que se instaurou na segunda fase do 43º Exame da entidade, realizado recentemente. O foco é a peça prático-profissional do exame, que violou diretamente o edital. Este exige que apenas uma peça possa ser considerada correta. No entanto, a própria banca organizadora – a Fundação Getúlio Vagas (FGV) – passou a admitir mais de uma. E pior: a peça inicialmente exigida não tem nome previsto em nenhum artigo de lei, o que também fere a regra expressa de que o “nomen iuris” precisa estar ancorado na legislação.

Mesmo o agravo de petição, aceito posteriormente, não encontra fundamento legal no caso da prova. Seu uso se baseia apenas em jurisprudência, que os candidatos sequer podiam consultar na hora da prova. A consequência disso foi um gabarito com mais de uma resposta cabível e nenhuma delas sustentada como deveria. Isso quebra a lógica de segurança, previsibilidade e isonomia que sustenta todo o exame de Ordem.

Há outras peças possíveis (todas reconhecidas pela jurisprudência) como embargos de declaração, embargos à execução, mandado de segurança e ação anulatória. E se há múltiplas possibilidades válidas, a anulação é obrigatória. Conforme o próprio edital determina, todos os candidatos devem receber os 5 pontos, inclusive os que não apresentaram recurso.

Os candidatos ao Exame querem a intervenção do Conselho Federal da OAB, da própria FGV e o Ministério Público Federal (MPF), que vêm sendo notificados desde o último dia 15 de junho pelos que se submeteram ao Exame.