O projeto, já aprovado pela Câmara, deverá ser analisado pelo Senado ainda nesta semana. Se for chancelado pelos senadores, passará a valer a nova distribuição de cadeiras, com base nos dados mais recentes do Censo Demográfico do IBGE. Estados que tiveram crescimento populacional passariam a contar com mais representantes, enquanto outros manteriam suas atuais bancadas.
O avanço da proposta tem gerado críticas tanto entre parlamentares da oposição quanto da base do governo, especialmente diante do forte repúdio popular. O resultado da pesquisa Datafolha reflete o desgaste da classe política junto à sociedade, em meio a um cenário de crise fiscal e demandas sociais urgentes.

