Maria Rizomar Ferreira Cruz, de 56 anos, foi morta a facadas na madrugada deste domingo (20), na Travessa Luís Rafanelli, no Grajaú, zona sul de São Paulo. O caso é investigado pela polícia como homicídio.
Segundo relatos apresentados às autoridades, a suspeita do crime é uma vizinha da vítima, identificada como Francisca Luiz da Silva, de 43 anos. Testemunhas disseram ter presenciado parte da ocorrência e relataram que as duas mulheres teriam participado de uma confraternização antes do assassinato.
A Polícia Militar foi acionada após o corpo de uma mulher ser encontrado no meio-fio da via. A identificação de Maria Rizomar foi posteriormente confirmada a partir dos relatos de testemunhas. Imagens de câmeras de segurança também foram recolhidas durante a investigação.
De acordo com os depoimentos, uma discussão entre duas mulheres teria começado por volta das 5h30. Francisca estaria armada com uma faca e teria feito ameaças contra Maria. A vítima tentou se defender, mas acabou atingida pelos golpes e caiu na rua.
Ainda conforme os relatos, a suspeita teria deixado o local inicialmente e retornado pouco depois, quando teria voltado a atacar a vítima. Após a agressão, testemunhas afirmaram que ela teria feito uma declaração indicando que havia cometido o crime.
A perícia encontrou diversas lesões no corpo de Maria Rizomar. Uma faca com marcas de sangue foi localizada no chão próximo à residência da suspeita, que não foi encontrada pelos policiais durante as buscas realizadas no endereço.
A investigação também apura a possibilidade de o assassinato estar relacionado a um suposto envolvimento extraconjugal entre Maria e o marido de Francisca. Essa hipótese ainda será esclarecida pelas autoridades e não há, até o momento, conclusão oficial sobre a motivação do crime.
Maria Rizomar era ativa nas redes sociais e publicava vídeos mostrando momentos de sua rotina, incluindo conteúdos em que aparecia dançando.
O caso foi registrado no 101º Distrito Policial (DP). A Secretaria da Segurança Pública informou que o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) e que as investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do homicídio e localizar a suspeita.
Fonte: Metrópoles

