O comércio exterior brasileiro iniciou 2026 com números expressivos, puxados principalmente pela forte demanda chinesa por petróleo. O avanço nas vendas do produto foi determinante para que o país alcançasse o maior volume de exportações já registrado para o mercado asiático no período.
Os dados apontam que o petróleo ganhou protagonismo na pauta exportadora, com crescimento acelerado tanto em valor quanto em volume. O desempenho praticamente duplicou em relação ao ano passado, consolidando o produto como um dos principais motores da balança comercial brasileira.
A China manteve-se como principal destino do óleo bruto nacional, concentrando a maior parte das compras. Em março, inclusive, foi registrado o maior envio mensal da história, reforçando a intensificação das relações comerciais entre os dois países.
Especialistas apontam que o cenário internacional tem favorecido o Brasil. Diante de incertezas em regiões produtoras tradicionais, como o Oriente Médio, países importadores passaram a diversificar fornecedores, ampliando a participação brasileira nesse mercado estratégico.
Apesar do destaque do petróleo, outras commodities seguem relevantes nas exportações, como soja e minério de ferro, embora sem o mesmo ritmo de crescimento observado no setor energético.
Fonte: InfoMoney
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