Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, foi capturado pelas autoridades no avanço das investigações que analisam sua conduta durante as eleições de 2022. A prisão ocorreu após a Polícia Federal reunir elementos que apontam para o possível uso da estrutura da PRF em ações consideradas irregulares no período do segundo turno do pleito presidencial.
Depois de detido e levado para os primeiros procedimentos formais, Vasques deixou claro aos investigadores que não pretende firmar acordo de delação premiada. Segundo informações obtidas nos bastidores da apuração, a sinalização foi feita logo após a captura, encerrando, ao menos por ora, a possibilidade de colaboração com as investigações.
O inquérito apura suspeitas de interferência no processo eleitoral, incluindo operações em rodovias federais e a eventual utilização da corporação com objetivos políticos. A defesa do ex-dirigente tem adotado postura cautelosa e afirma que só irá se posicionar de forma mais ampla após ter acesso integral ao conteúdo das investigações.
Enquanto isso, a Polícia Federal segue com novas diligências e análises do material já reunido para esclarecer o alcance da participação de Silvinei Vasques nos fatos investigados.
Fonte: CNN Brasil

